Depois não diga que eu não avisei…
junho 2nd, 2012 § 14 Comentários
Se por acaso você esbarrar com essa caixa de suco Cranberry Juxx e ela te parecer a promessa do suco fake mais incrível que você haveria de tomar na vida, até porque custa coisa de 15 pilas por aqui na forca da Perini (e é produto nacional, viu?), vá não que é esparro!
Eles esqueceram de colocar ali embaixo do ” Sem conservante Sem corante Sem aromatizante artificial”, SEM GOSTO, SEM P.N! Raaalo, que chega a dar raiva! Vi no site ali que tem ameixa e romã também… se quiser experimentar, se jogue, mas depois não diga que eu não avisei.
Eu sou uma palhaça mesmo… tsc tsc tsc… bem feito.
Choquei no supermercado
maio 19th, 2012 § 36 Comentários
Gente, o que leva alguém a comprar batata cozida em caixa, “100% natural, que dispensa refrigeração, e não possui conservantes”? Como assim natural, sem conservante, que dispensa refrigeração? Alguém me explica como é isso?
Gente, o que leva alguém a comprar frango desfiado em caixa, “100% natural, que dispensa refrigeração, e não possui conservantes”? Como assim natural, sem conservante, que dispensa refrigeração? Alguém me explica como é isso?

Gente, o que leva alguém a comprar sachê de molho de tomate à bolonhesa? Já pensou que aquilo é carne? Já pensou o tanto de veneno que deve ter ali dentro para conservar essa carne?
Porque, assim, eu sou do tempo que essas coisas eram naturais e perecíveis.
Meeeeeeeeeeeeeeeeedo! Ô gente, vamo’ pensar um pouquinho no que a gente joga pra dentro? Que você não goste e não queria cozinhar, tá no seu direito, não é obrigada, mas não precisa se matar, né?
Gracinhas de supermercado
maio 9th, 2012 § 18 Comentários
Não, não se trata de um post sobre um supermercado que é uma gracinha, aliás, quem conhecer algum, me diz, que eu tô pagando bem pela informação.
Gracinha de supermercado é aquele superfluozinho que a gente se dá ao direito, ora bolotas.
Minhas gracinhas de hoje foram esses wafers para canapé levíssimos, finíssimos, ótimos, que apareceram muito discretamente por aqui a R$2,98 a caixa, nos sabores sesame (gergelim) e cracker tradicional. Já tinha comprado para teste e adorei, tanto que hoje comprei dois. O outro é uma espécie de… grissini, vai, um bocadinho (bocadão) mais caro, nos sabores cheddar (7,20 – que foi bem o que eu comprei para experimentar), ervas com alho e um outro apimentado, acho eu (9,89). E este molho mexicano de pimenta verde, que eu não vou mentir que pirei na tampinha e na garrafinha (veja que pessoa fútil) que eu vou tacar no meu Mil Folhas de Maçã com Linguiça, entradinha de hoje a noite para mini bafão aqui em casa. Conto depois se é esparro, sim? Ah! Custou R$6 e alguma coisa. Se for, bom o Tabasco pode dançar um arrocha básico aqui em casa.
Mas deixa eu pegar essa ponga e falar de mais dois produtos? Da Companhia das Ervas. Chutney de banana bacaninha, mas tem sempre aquele gosto de “nãofuifeitoemcasa,lógico”. Mas é bem gostosinho e quebra um super galho. Levei para Maraú para um dia de aperto e salvou o molho do meu pernil num dia apertado. E o escabeche de pimentas, que eu ADOREI! Primeiro porque, veja que coisa elegante, original e glam, um escabeche de pimentas (esse povo não dorme, né minha gente?), e depois porque é uma delícia! Não espere uma coisa tão somente apimentada porque não é. É uma coisa meio agridoce, levemente picante, de vários tipos de pimentas (mas não ardidas) e pimentões coloridos misturadas a legumes e especiarias. Sensacional para encaixar num bufê de saladas! Ambos na faixa de 15 a 17 pilas pelo frasco.
Uma gracinha de supermercado é importante. Ainda que a gente quebre a cara, né? Quando nada um assunto!
Ah! Já ia esquecendo! A querida leitora Carla Melibeu me mandou um e-mail dizendo que a geléia de canela da Companhia das Ervas é luxo-poder-e-cobiça, fazendo mais esta ponga, lincença e desculpa.
Iogurte esquema frozen
abril 18th, 2012 § 18 Comentários
Taí uma modinha que me pegou de jeito: não posso ver um balcão de frozen yogurt que sigo robótica e hipnotizada até lá, um delírio que só acaba na última colherada. Isso, lógico, quando o iogurte é incrível, como o Yog do Mariposa, campeão entre todos os que já experimentei. Acho caro à beça R$6,90 por um copinho de 110g, mais R$1,00 por topping (3 por R$2), mas fazer o quê? Eu AMO esse troço.
Agora, vem cá, piada vender um iogurte frozen 0% de gordura com aquelas opções de topping, né? Jujuba, leite condensado, chocolates, geléias, confetis, mel, castanhas, e algumas frutinhas, vai, só para decorar o balcão… Só rindo, viu? Quer se iludir, sobe aí no bondinho!
O meu yog geralmente é morango com um pouco de calda de fruta vermelha, cubos de kiwi e croc croc de castanha, que eu tomo de olhos fechados, ao menos a primeira colherada. Ui, delícia!
Yog Mariposa, nos shoppings mais pintosos da cidade de São Salvador da Bahia.
Leite e derivados
abril 12th, 2012 § 39 Comentários
Na bôua, ô leitezinho ruim, viu? Tô para ver! Deus é mais! Um gosto forte, acentuado que não deveria combinar com a leveza tão característica do leite de cabra, que tem fama de ser bem mais saudável do que o de vaca. Okay, que este aqui é desnatado, o que piora as coisas, mas em geral, eu acho leite de cabra, a treva! Mas adoro os queijos dele derivados, que fique claro! E outra: 6 pilas essa caixinha, viu?
Agora me responda: o que faz uma pessoa não-RYCAH pagar 20 pilas numa lata de manteiga? No meu caso, a lata. É que eu coleciono latas lindas, vintage ou com carão de vintage, que a gente compra por 20 pilas e daqui a 2 anos quando estiverem enferrujadinhas vão custar 100 na Benedito Calixto. Mas deixa eu falar: essa manteiga italiana que veio de brinde com a minha lata, é chi-que-ré-si-ma! Ô bicha phena! Cara, o que aquelas vacas comem? Que ar respiram? Quantas sessões de massagem elas recebem por semana? Meditam, levitam? Ouvem o quê no pasto? Música clássica, suponho. Porque eu vou te contar, o negócio é tão leve que parece… sei lá o que parece! Comparando esta manteiga composta UNICAMENTE DA PANNA FRESCA DI LATTE ITALIANO com a nossa melhor manteiga enlatada, a AVIAÇÃO, parece a prima agreste da outra européia. A nossa amarelona- ouro-cheguei, salgada, pronunciada, aparecida, gorda! A outra, fina, discretérrima, amarelinho-quase-nada, sal nenhum, magra! A italiana é a glória para molhos à base de manteiga (eu fiz alguns e faz toda a diferença), porque no pão, eu ainda vou de Aviação mesmo. Aspectos culturais, caros amigos. =/
Como assim?
março 22nd, 2012 § 31 Comentários
É assim que eu tenho visto as bistecas congeladas à venda na rede Bompreço de supermercados: avulsas, sem nenhuma embalagem, ou o mínimo de cuidado com higiene e contaminação, em contato direto com mãos, espirros, insetos (o que não falta é barata nas lojas), dispostas diretamente nos caixotes de transporte de mercadorias.
Vem cá, como é isso? O que representamos para eles? Em que planeta eles vivem? E a vigilância sanitária, cadê? Isso não é caso para fechar a loja, não? Será que eu perdi alguma coisa? Pode isso? Sério, eu devo estar desatualizada, né? Diz pra mim que supercongelados pode numa boa? Alguém aí por favor me diz: Katita você não sabia que em todos os países civilizados só se vende bisteca assim? Ou isso ou eu vou chamar a polícia, hein?!
Gente, tem dia que eu perco a fé, viu?
No Bompreço mais perto de você.
“Qualidade bom preço. Preço baixo todo dia”. Ô, né?
Café orgânico e gourmet da Chapada Diamantina
março 19th, 2012 § 20 Comentários
Tá bombando. Não há um barista ou café conceito que não tenha se rendido ao apelo roots dos cafés produzidos em conceituadas fazendas da Chapada Diamantina, que até então só produziam para Inglaterra, Itália e Estados Unidos, ó que chato! E a gente tomando serragem e achando que é café. Irônico, não?
Da primeira vez que eu experimentei foi na casa da Flavinha, que tinha acabado de chegar do Capão e disse que eu não saía da casa dela sem experimentar, e eu fiquei realmente chapada com o café da Chapada. Coisa fina. Para mim uma experiência que começa pelo aroma inebriante. O segredo seria atribuído aquela terra e clima abençoados, altitude e latitude propícios, que determinam um sabor peculiar àqueles grãos.
Eu achei um pouco mais claro (por causa do grau de torra, mas isso varia) do que o Melitta convencional que estou acostumada a usar, e também achei mais suave, mas sobretudo AROMÁTICO, muito aromático.
Mas assim, tem gente que pira o cabeção demais, como se fosse uma coisa do outro mundo, até porque tá super IN café da Chapada. Para mim é um ÓTIMO café, que vale super a pena experimentar e servir aos amigos. Só não sei se dá para ficar dependente porque custa coisa de 10 pilas o pacote de 250g!
Aqui em Salvador, a gente encontra café orgânico gourmet da Chapada nas Perinis, Deli & Cia, Casa de Noca (Ceasinha) entre outros ponto que não me recordo agora.
Este aqui, o Café Natura Gourmet, foi presente de um casal de médicos muito queridos, que acreditam e dedicam as suas vidas ao ideal de um sistema público de saúde de qualidade e inclusão dos menos favorecidos. Salve, salve, Rafaela e Leandro! Obrigada e beijos de café da Chapada! Quem sabe um dia levamos os nossos filhos juntos para correr no Capão? Hein, hein, hein? =)
Pêras portuguesas
janeiro 14th, 2012 § 17 Comentários
Alho frito, processado, cru, assado… alho!
novembro 30th, 2011 § 17 Comentários
Vampiro aqui em casa não tem vez, porque tanto eu quanto Bento somos tarados por alho. Como eu já disse aqui, já faz muito tempo que eu virei adepta do alho processado pronto, que além de ser uma mão na roda, (porque não carece de descascar, amassar, picar, sei lá), é um produto natural e super vale o custoXbenefício.
Outro tipo que não falta aqui é a versão granulado frito para finalização de alguns pratos e saladas.
Alho inteiro hoje em dia eu só uso em duas ocasiões: no pilão para fazer molhos do tipo pesto ou marinadas, e para assar. Toda vez que eu faço qualquer tipo de carne ou ave assada, coloco vários dentes de alho com casca sobre as peças antes de levar ao forno. Uma vez assados, a polpa do alho vira uma espécie de purê absolutamente divino! E o melhor: não deixa bafo…
… e se deixasse também, so sorry, que eu não ia deixar de comer nem por amor ao próximo.
Você já comeu uma casinha?
novembro 25th, 2011 § 21 Comentários
Porque eu já, visse? E digo mais, comer uma casa de gingerbread é uma experiência deliciosa, especialmente para as crianças. Bento viajou que era um gigante atacando a casinha de doce. Foi divertidíssimo, e eu devo essa aventura às amigas da Mon Macaron, que não estão para brincadeira e já evoluíram para muito além dos deliciosos macarons. Se liguem no tanto de lindeza de açúcar que estas meninas estão produzindo aqui: http://monmacaron.blogspot.com
Liana e Débora, fico super comovida com a dedicação, profissionalismo e crescimento a olhos vistos de vocês. Adoro ser testemunha de tudo isso, adoro quando um plano dá certo. Ponto para as meninas!
Beijo de gingerbread,
=)
K.













