19.965 exibições depois…

maio 20th, 2012 § 12 Comentários

… lá no YouTube, é que eu venho aqui convidar vocês para assistirem ao quinto episódio da Cozinha Finna, que foi ao ar linkado com o Dia das Mães, e teve a participação de duas crianças muito fofas, a Nina e o Bento, para quem eu fiz os clássicos biscoitinhos 1-2-3 da minha infância na versão tangerina. Vê aqui a bagunça na minha varanda.

No próximo episódio love is in the air, e eu acordo ouvindo passarinhos. Vou fazer um nhoque de espinafre com ricota ao sugo e vou dar umas dicas de como preparar um climão para um jantarzinho a dois.

Ai, ai, ai, meu Santo Antônio!

Nosso bolinho de maracujá na Cozinha Finna

abril 27th, 2012 § 29 Comentários

No quarto episódio da Cozinha Finna, que acabou de entrar no ar, eu faço o nosso bolinho de maracujá, já publicado aqui no Pitéu, para a minha vizinha.

Até agora é o meu programa preferido. Espero que vocês “curtam” e se sintam íntimas!

Querida Simone da Rede Asta, atenção para o paninho de prato! Lilica, da Intuitif, atenção para o caderninho e a luva! =)

Tem brownie no terceiro episódio do Cozinha Finna

abril 16th, 2012 § 30 Comentários

Aí, mulherada chocólatra, acaba de entrar no ar o terceiro episódio do Cozinha Finna, com a minha receitinha fácil e infalível de brownie!

Vem cá e me diz se curtiu.

Cozinha Finna com Kátia Najara

março 27th, 2012 § 126 Comentários

Então, meus amores, o suspense acabou, até porque a coisa já vazou pelos Facebooks da vida, né? =)

Estréia amanhã o meu primeiro trabalho como apresentadora, a webserie Cozinha Finna com Kátia Najara. São 8 programas que vão ao ar quinzenalmente aqui no site da Cozinha Finna, numa temporada que termina ao final de junho. Cada programa traz uma receita para situações distintas, tipo um pão de manjericão para a sogra, um bolinho de maracujá para a vizinha, um brownie para fofocar com as amigas, uma torta para a festa na repartição, um peixe para mim, biscoitinhos com os guris, um nhoque do amor, enfim… como todas as receitas já foram publicadas nos meus blogs, as minhas queridas leitoras certamente vão se sentir íntimas da coisa.

Foi assim: a Movioca Content House, na pessoa do meu querido diretor e amigo Amadeu Alban, teve a idéia original e me soprou o convite no ouvido; eu entrei na hora com o conteúdo, a apresentação, o quentinho da minha cozinha, da minha casinha, meu coração inteiro. Daí a PROPEG se apaixonou pelo piloto e vendeu a idéia para a Farinha de Trigo Finna, do Grupo M. Dias Branco, líder na fabricação de massas e biscoitos no Brasil e na América Latina. Tudo azul, perfeita harmonia, ciranda linda de gente bacanérrima, que habitou a minha casa por 10 dias sem que eu me sentisse invadida, tão gentis, educados e, principalmente, altíssimo astral que são. Foi uma festa!

E por falar em gente linda, eu preciso agradecer a todo mundo, dá licença? Vou começar pela galera hilária e querida do coió (piadinha interna), que me roubou o coração e me provocou gargalhadas compulsivas durante as gravações, daquelas que a gente chora e doi a barriga, sabem como (aguardem o backstage)? A saber, meu diretor Amadeu Alban, Gabriel Teixeira (diretor de fotografia), e João Tatu (cinegrafista); a doce Roberta Martins que fez uma produção de set impecável; ao makeup&hair musical de Robson Caramendes, com quem ensaiei duetos lindos de morrer, de boleros a Baby Consuelo (ROOOOOOOOOB!!!!!!!!!!); a trilha sonora original de Luciano Simas, que captou a feiticeira faceira que habita em mim quando cozinho, com sua valsinha e seu jazz cigano; a edição de Íris de Oliveira, com quem não tive muito contato, mas achei linda, estilosa, discretérrima e fiNNa; George Lopes da animação, que eu não tive o prazer de conhecer pessoalmente ainda; a Pernambuco, nosso eletricista competentérrimo; e a Jaci, que garantiu a ordem e limpeza do estabelecimento. Saudade daquela baguncinha boa…

Mas os agradecimentos não acabaram, porque tem o povo lindo, vitaminado, modernoso e super competente da PROPEG, que agenciou a coisa toda, fez o meio-de-campo com o cliente, passou o olho clínico da Arte por ali, afinou, regeu, e publicizou o projeto do alto dos seus bem vividos 47 anos de publicidade. Meu beijo mais carinhoso para a Isabel Aquino, nossa madrinha forever; agradecimentos carinhosos ao Fabiano Ribeiro, Ludimila Linda e Lúdica Ventura e Luiz Celestino, da criação; Tiago Cavacanti e Manuela Peixoto da Produção ; Michele Estevez do atendimento. Vocês foram elegantérrimos e muito fofos, viu? Saudades d’ocês também!

Ao Grupo M. DiasBranco, né? Que comprou a idéia e viabilizou a veiculação da webserie. Aquele abraço para a Aldanise Oliveira, Gisela Maria e Adriany Paiva da equipe de marketing.

Mas principalmente, obrigada a vocês, meus leitores fiéis e queridíssimos, mudos e falastrões, de hoje e outrora, que me ajudaram a construir esse percurso ensolarado e florido que a gente faz juntos aqui todos os dias.

Agora é esperar que vocês curtam e queiram mais! Porque eu quero!

Clique aqui e aqui para assistir as chamadinhas de divulgação.

Clique aqui para assistir ao primeiro episódio da série.

Vejo vocês na Cozinha Finna!

Amor,
K.

Going back to Maraú!

março 22nd, 2012 § 38 Comentários


(vista chatíssima da “minha cozinha”)

Já tô voltando para Barra Grande de Camamu e nem fechei o epílogo da primeira temporada, né?

Pois é meus caros amigos, os queridos Graham me adotaram mesmo como sua chef de estimação e me acionaram para voltar ao seu paraíso na Bahia por mais uma semana, para cozinhar para a família e novos convidados. E mais, desta vez vou treinar assistentes por lá, em dois dias de intensivão.

Já estou aqui totalmente envolvida na segunda temporada, com a sala cheia de compras, finalizando apostila, fazendo malinha e cuidando daquelas cinquenta mil providências que a gente tem que dar conta antes de viajar.

Mas já tô sentindo aquela brisa do mar entrando pelas janelas da “minha cozinha”… na verdade eu já estou um pouco lá. =)

Os cardápios

Da outra vez acabei fugindo um pouco do cardápio que eu propus por conta de coisas interessantes que encontrei na hora de fazer as compras, e por lá, mas foi basicamente o roteiro abaixo, com duas ou três saladas do dia:

Dia 27 (terça)
Almoço: Salada verde com molho balsâmico + Quibebe (carne seca desfiada na manteiga de garrafa e cebola roxa com purê de abóbora) + arroz branco. Segunda opção: Escabeche de peixe com pirão. Sobremesa: Cheesecake de goiaba.
Jantar: Frango asiático + couscous de frutas secas e especiarias + caldo verde. Segunda opção: Carne de panela com molho de cerveja preta

Dia 28 (quarta)
Almoço: Moqueca de peixe + Frigideira de camarão com maturi + vatapá de biscoito + arroz branco. Segunda opção: Paçoca de carne seca. Sobremesa: Manjar de tapioca com ameixa.
Jantar: Minestrone + Porpetas ao sugo com purê de mandioquinha + vinagrete de morangos. Segunda opção: Hamburguer de siri com honey mustard sauce.

Dia 29 (quinta)
Almoço: Baião-de-dois + jardineira de legumes. Segunda opção: Frango com crostinha de frutas cítricas com arroz basmati. Sobremesa: Pudim de maracujá
Jantar: Carne de sol com mandioca ao molho de castanha do Pará + feijão verde à manteiga d’alho + arroz branco. Segunda opção: Escondidinho de bacalhau. Na verdade este menu caiu por conta da NOITE GREGA, lembram?

Dia 30 (sexta)
Almoço: Churrasco (carnes + frutas, alho e cebolas assadas + salada de batatas ao molho verde + farofa e arroz branco). Sobremesa: creme de coco com nutella
Jantar: Creme de abóbora com roquefort + Blend de arroz com salmão e perfume de laranja + pão de manjericão com gorgonzola. Segunda opção: Torta de presunto + salada de feijão branco.

Dia 31 (sábado)
Almoço: Bobó de camarão + arroz branco + salada. Segunda opção: Lombinho marinado com tutu de feijão. Sobremesa: Doce de leite de vó com raspinhas de laranja

Dia 31 (sábado)
Celebração de Reveillon: Antespastos de berinjela e de pimentões coloridos + brie com geléia + quiches de alho-poró, fumeiro e siri + salada de lagarto + salada de cevadinha + salada de camarão com crouton de panetone e creme azedo + petiscos de parma com ameixa e cream cheese + rondeli de búfala + brochetes de frango indiano + espetinhos de frutas + mini bruschetas de tomate + azapas temperadas + frutas + terrinas de morango flambado com gorgonzola e ricota com hortelã + pães especiais + bombons de queijo com frutas vermelhas e avelã + tartar de salmão + creme de chocolate com pimenta + pavê de abacaxi com mascarpone + cocada com gengibre e limão

Dia 01 (domingo)
Almoço: Feijoada carioca completa. Sobremesas: Compotas de banana e de abacaxi.
Jantar: Pescada branca ao bechamel de laranja + purê de batatas com wasabi + arroz basmati. Segunda opção: Medalhões de filé com queijo coalho e melaço de cana.

É amiguinhos, cozinhei que nem uma louca, barriga no fogão forte! Na volta conto como foi o menu desta segunda temporada.

Próxima segunda visualizem Katita, linda, loira e japonesa, acenando com lencinho branco, se perdendo no infinito azul desse marzão de meu Deus…

Greek Fiesta!

janeiro 12th, 2012 § 46 Comentários

Nada acontece de graça, né? Quando a leitora Luciene, que hoje tornou-se uma amiga muito querida, mandou da Grécia, onde vive há muitos anos, vários sabores gregos junto com um livro sobre aquela cultura gastronômica, eu jamais imaginaria que aquele gesto culminaria aqui. Recebi os presentes, fiquei louca, reproduzi duas receitas de imediato, devorei o livro, entendi a cultura grega à mesa. Passados alguns meses, uma pessoa láááááááááá em Londres, procurando queijo feta na Bahia, cai no Pitéu, justo nestas receitas. Lê minha bio, vasculha o meu blog e intui que eu sou a pessoa que ela procurava para chefiar a sua cozinha gourmet em Maraú. Me contrata e me pede (supondo que eu sei tudo sobre a culinária grega) uma noite grega para homenagear alguns de seus convidados, que são gregos, mas vivem há muitos anos em Washington, distantes de sua terra natal.

Não é lindo como as coisas se juntam, se enlaçam, se completam, se fundem, se ampliam sem que interfiramos?

Então… quando a minha cliente me pediu a noite grega eu sabia que poderia fazê-la. Não que estivesse completamente pronta, claro que não, teria que estudar, me preparar, testar, mas entendia os princípios básicos da dieta grega, na verdade muito simples, muito saudável, leve e deliciosa. Reli o livro de cabo a rabo, pesquisei imagens na rede e fui falar com um greek fooder, filho de grego, que morou lá por muitos anos, um santo que caiu do céu pelas mãos da minha amiga Rachèl, que nos apresentou. Com Armando pude entender a dinâmica da mesa grega, que começa com jarras d’água, pão e azeite (encontrei um grego maravilhoso na Perini e dispus naquelas azeiteiras de vidro tão típicas que encontrei por acaso entre as minhas andanças, mas infelizmente não consegui fotografar tudo), e segue para os mézedes (entradas) banhados a ouzo (uma bebida típica com forte traço de aniz), que se confundem, por sua vez, com os pratos principais. Com o Armando entendi que as refeições dos gregos são sagradas, uma celebração que pode se prolongar por horas e horas e horas à mesa.

O meu desafio seria preparar muitos pratos para encher e colorir a mesa grega; deveria ser fiel aos seus princípios, costumes e tradições, até mesmo no corte dos vegetais; deveria encontrar ouzo, feta e massa filo, deveria receber uma mulher de Atenas.

Fechei no seguinte roteiro que colo aqui dos meus arquivos:

Roteiro do jantar grego

1° movimento: Jarras d’água, azeite grego e pão

2° movimento: os mézedes (entradas)
Melitzanosalata (antepasto de berinjela) | gemistó (tomates, abobrinhas e pimentões recheados com espinafre feta e carne de cordeiro | keftédes (bolinhos de carne de cordeiro) | spanakópyta (torta de espinafre) com feta | peixe frito (petitinga) com suco de limão | camarão com tomate e feta | salada grega (beterraba, tomates, pepinos, cebolas, azeitonas, queijo feta, orégano, azeite de oliva) | feta assado com tomates e pimentões coloridos

Para beber: ouzo

3° movimento: prato principal
Pernis de cabrito assados com batatas à grega (corte específico)

Para beber: vinho grego

4° movimento: Sobremesa
Baklavá


(pernil de cabrito com batatas gregas | keftédes de cordeiro | melitzanosalata | gemistó | feta assado com pimentões | sobremesa “muito grega” | geral dos mézedes | minha bíblia grega, presente da Luciene | eu com os meus contratantes, o Charlie e a Analida | eu e a doce Ileana, minha musa grega)

Apesar de ter levado meu trahanás (massa para sopa e tortas), presente da Luciene, para fazer uma sopa, não houve tempo e nem necessidade, pois seria impossível preparar todos os clássicos, e já havia comida suficiente. De maneira que eu limei também o moussaká, o avgolemono (guarnição feita com arroz, ovos e sumo de limão), o guisado de grão de bico, o tzatzíki (coalhada com pepino e alho) e o saganaki (queijo à milanesa grelhado), que também estavam previstos.

De toda a imensa lista de compras para todos os dias, o único ítem de que me esqueci foi a massa filo, que deixei para comprar no dia da viagem, e que seria fundamental para o baklavá (aquele doce assado com massa filo, mel, nozes e canela, sabe?). Lá só consegui massa folhada, que não serve pois estufa muito. A sobremesa tornou-se um problema, portanto. É certo que os gregos gostam muito de iogurte com mel e frutas, como sobremesa também, mas como eles fazem o melhor iogurte do mundo, seria um tiro no pé servir-lhes o que tínhamos à mão. Foi quando mais uma santa caiu do céu, a Ileana, uma das homenageadas, que veio visitar a minha cozinha e me deu dicas fundamentais, me ensinou o corte típico da batata grega e me ensinou uma sobremesa “muito grega” como ela mesma disse, e muito simples. Eu deveria cortar tiras de massa folhada da largura de um dedo, fritá-las em óleo muito quente, escorrê-las e alternar em camadas com mel, nozes picadas e canela, numa espécie de derivação do baklavá. Salvou a minha pele e ficou muito encantada com a minha sugestão de cardápio e de como eu o havia pesquisado, estudado e disposto. Faltava agora que ela aprovasse o sabor e a apresentação dos meus pratos.

Foi uma noite muito animada, com música grega e ensaio de danças típicas mais cedo na minha cozinha (arrasei com a Ileana). Todos pareciam muito satisfeitos e comiam de tudo, entusiasmados. Eu, muito atenta do balcão, tentava ler-lhes as impressões pelas suas expressões. Estava confiante, mas ainda que eu tente aqui nunca vou consegui explicar o que senti quando a Ileana, ao final do jantar, veio me dizer que tinha lágrimas nos olhos pois naquela noite ela tinha sentido o sabor de seu país como se estivesse lá. Nos abraçamos e foi muito emocionante. Estabelecemos ali uma forte simpatia e ligação. Eu nunca vou esquecer a Ileana e acho que ela também não vai se esquecer de mim. Indo a Washington, sem dúvida vou procurá-la e abraçá-la de novo.

Preciso agradecer publicamente à minha amiga Luciene, que me introduziu à culinária grega e sem querer acabou provocando isso tudo. Obrigada à minha amiga Rachèl, que me apresentou ao Armando; ao Armando Ollandezos, meus agradecimentos mais do que especiais, meu carinho, meu afeto, pela disponibilidade (até para atacar de zorba), pela paixão, pelos arquivos, pelas informações e pela garrafa de Ouzo que me presentou e que tanto animou a festa; à Ileana, a mais elegante matrona grega que pude conhecer, apesar de não conhecer nenhuma outra; à Analida, minha contratante, que acreditou na sua intuição e apostou tudo em mim; e, finalmente, ao Divino, que a gente não vê, mas rege isso tudo.

Adoro noivos ousados…

dezembro 5th, 2011 § 19 Comentários

… que topam festas tipo laranja e turquesa. Mas para ver essa festa, você vai precisar copiar o endereço da página e colar na tua barra de endereços, porque não estou conseguindo inserir link aqui no WordPress ma nem. Daí que enquanto a ajuda do suporte não chega, a gente vai adiantando o lado, dá essa forcinha? Eis o link: http://www.katianajara.com/?p=895

Marina (noiva mais zen que eu já conheci) e o Rodolfo, vida longa, feliz e quentinha para o amor de vocês!!!!!!!!

Resolvendo a árvore de Natal

dezembro 1st, 2011 § 20 Comentários

Eu gostei tanto destas matryuskas de papel do site Zakka Life, que salvei há muito tempo aqui no meu note para quem sabe um dia fazer alguma coisa com elas.

Então… daí chegou a hora de fazer a árvore de Natal e eu pensei que podia fazer bonecas lindas com sobras de papel de scrapbook escândalo que tenho aqui. Eu pinto um galho seco de branco, enfio numa caixa branca de madeira, cheia de sal grosso, que também é muito branco, e penduro as minhas bonequinhas meigas e coloridas.

E assim nasceu a idéia da minha árvore deste ano. Bem simples, fofinha e 0800! Mas produção que é bom só semana que vem, pois neste fim de semana tem casamento laranja e turquesa saindo aqui de casa! Mas, pô, já rolou um pontapé, né não?

Também já defini os caminhos do meu cardápio. Deixa eu respirar aqui que a gente faz mais um tricot básico ali adiante.

Amar é…

setembro 7th, 2011 § 41 Comentários

Eu preciso mostrar o chá de panelas mais fofo e delicioso que eu já fiz na minha vida, até porque a noiva, muito linda e doce, é minha leitora assídua, que virou cliente, e que agora, depois de um envolvimento intenso e amoroso, com certeza, posso chamar de amiga.

Não é fácil fazer uma festa em família com noivos, mães e sogras envolvidíssimas, mas esta foi, graças ao bom senso, respeito e carinho pelo próximo, e ao objetivo maior de todos, que era fazer uma festa linda e feliz. A sogra fez o bolo, doces e almoço (eu fiquei com as entradas e carnes secas, além do decor), a mãe confeccionou peças decorativas, os noivos trouxeram peças do Ceará (terra da família do noivo e inspiração do projeto), e fomos tecendo todos juntos cada detalhe da festa, cada um com seu quinhão de afeto, e o resultado não poderia ter sido mais lindo.

E ó, eu tô para ver um povo mais animado. Foi uma coisa linda de se ver! Aquele povo saber ser feliz, e a Verena e o Daniel, definitivamente, foram feitos um para o outro e vão ser felizes para sempre, porque eu acredito em conto de fadas.

Vejam o Chá de panelas com vista para o Ceará da Verena e Daniel aqui.

Cordel do menino Bento

julho 29th, 2011 § 57 Comentários

Meus amigos e minhas amigas
é com muito contentamento
que convido a todos vocês
pro Cordel do Menino Bento

São seis anos de idade
três e meio de escola
e a minha peleja agora
é fazer caber no cangaço
da quadrinha da minha escola
meu bando todo de duas turminha´
(de Rita e de Teba)
tudo gente minha

Vou logo avisando
bem logo de primeiro
tu não vai esperando
nem pãozinho nem brigadeiro
porque comida de cabra-macho
é farofa, rapadura,
e meu pirão primeiro!

E pra num cair na besteira
anote logo na agenda
dia 29 de julho
na hora da merenda

(meu cordel para o convite do aniversário de Bento na escola hoje)

Eu falei para vocês que eu tô bem doida de trabalho, né? E como não está rolando cobertura de comidinha na minha cozinha por esses dias, já que as minhas passagens por ela tem sido para esquema insano de produção, fica pelo menos o registro das minhas festinhas artesanais.

Hoje meu filho fez 6 anos, e encantado que está pelo universo do cangaço, por conta da novela Cordel Encantado de Amora Mautner, ele encarnou o Capitão Bentinho e eu deitei e rolei no tema, que eu adoro.

Comemoramos na escola com broas de milho, barrinha de cacau, farofa de banana com ovo, cebola roxa e manteiga de garrafa, beijuzinhos de coco, bala de mel na palha, cajus suculentos, queijo de coalho com melaço e bolo de fubá com erva doce e cobertura de goiabada cascão com crostinha de amendoim; para beber, caldo de cana geladinho.

Foi lindo! Os guris surtaram, aprenderam o que é cordel (e levaram cordéis para casa), entenderam a comida, a música e a ambiência do cangaço, e entraram totalmente no clima.

Tô feliz à beça, apesar do cansaço de uma surtada que faz tudo à mão, do convite à farofa! Confiram os detalhes aqui

Doida para voltar para a minha cozinha devagarzinho…

Onde estou?

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