Projeto Identidade – Na cozinha do Brasil

20 de maio de 2013 § 12 Comentários

todeschini

Meu filme para o “Projeto Identidade – Na cozinha do Brasil”, da Todeschini, abre a webserie com mais 7 chefs brasileiros, e já está no ar. Eu achei LINDO e tô muito feliz com o resultado primoroso. Obrigada Todeschini, obrigada Destemperados, obrigada Capsula Filmes, obrigada Bem Legaus e mais aquele povo todo astral e competentééééééérrimo que participou deste movimento delícia!

Da série Mesas Lindas Lá de Casa

2 de abril de 2013 § 5 Comentários

mesaindigena

Mesa do meu projeto de Carnaval Rango PApular, em dia de índio, com paçoca de carne seca e purê de banana.

The book is on the (kitchen) table

30 de março de 2013 § 28 Comentários

aulas

Então pipow, está aberta a temporada de cursos Pitéu. Faz tempo que várias pessoas me futucam pedindo cursos. Daí que eu resolvi fazer uma experiência aos sábados de abril aqui em casa. Colegas soteropolitanos, uni-vos! Abaixo a programação, preços e regrinhas básicas. Me gritem!

PITÉU apresenta THE BOOK IS ON THE (KITCHEN) TABLE – Aulas de comida afetiva

Dia 13/04
Manhã: UM DOIS FEIJÃO COM ARROZ
Saiba como preparar o mais clássico e delicioso PF brasileiro: arroz branco, feijão donzelo, bife à cavalo, batatas douradas com alecrim, e salada de tomates.
R$90,00

Tarde: FRANGO THAI
Com abacaxi, leite de coco, cardamomo, gengibre, cebolinha e amendoim + Arroz Basmati de limão + lassi (bebida indiana à base de iogurte e hortelã)
Sirva um nutritivo e aromático almoço ou jantar com ares asiáticos, mas não sem abrir os trabalhos com um refrescante lassi.
R$100,00

Dia 20/04
Manhã: O PEIXINHO NOSSO DE CADA DIA
Duas versões deliciosas e muito fáceis para filés de peixe: Com ervas e crostinha de frutas cítricas e parmesão| Papilote com legumes e especiarias | Com alho poró e camarão, ao molho de manteiga de alcaparras + feijão de leite + arroz amarelo
R$90,00

Tarde: RAGU DE CARNE COM COGUMELO E VINHO + COUSCOUS MARROQUINO
Combinação marcante e sofisticada, com gosto de comfort food, para receber em alto estilo. Os homens a-do-ram fazer, servir e comer.
R$100,00

27/04
Manhã: CARNE MOÍDA EM DUAS IMPORTANTES VARIAÇÕES
O molho bolonhese perfeito com espaguete | Almôndegas ao molho sugo com purê de mandioquinha
R$80,00

Tarde: FESTINHA PÁ PUM
Saiba como preparar uma mesa de petiscos colorida e saborosa para receber os amigos: Bombons de ricota ao pesto de hortelã | Antepasto de pimentões coloridos | Búfala temperada | Mini-bruschettas | Mini-almôndegas ao honey-mustard | Azapas temperadas
Inclui arrumação de mesa!
R$100,00

04/05
Manhã: FRANGO NOSSO DE CADA DIA
Três versões deliciosas para incrementar a rotina: O frango assado perfeito | Frango à Caçadora | Iscas enferrujadas e picantes + legumes gratinados + arroz colorido
R$90,00

Tarde: RISOTOS
Aprenda a fazer risotos italianos desde a preparação do caldo: Risoto de abóbora com queijo azul | Risoto milanês com parma e rúcula
R$100,00

Regrinhas básicas:
1- Turmas de até 5 pessoas.
2- Aulas de 4 horas, sendo turno matutino das 8h às 12h, e vespertino das 14h às 18h.
2- Pagamento antecipado, no ato da matrícula, através de depósito bancário.
3- O investimento inclui aula, apostila e degustação.
4- 10% de desconto no total a partir de duas aulas contratadas.

Tipo assim… mil coisas!

12 de março de 2013 § 7 Comentários

mais bonita menu

Sabe aquele negócio de um zilhão de possibilidades da comida em minha vida? Então… segue o baile, e a cada dia mais desdobramentos; quando eu penso que o viés da comida já me apontou todos os caminhos possíveis…

salada mais bonita
(salada Mais Bonita)

Segunda retrasada rolou um editorial de moda aqui em casa, pode? É que a Mais Bonita, loja foférrima de acessórios, da Suzete e da Renatinha, me provaram por A + B que o meu cafofo seria um cenário perfeito para o editorial de moda da nova coleção, e além disso, se eu pudesse cozinhar para a equipe no dia, ia ser a glória, pediram as meninas com olhos pidões belérrimos! Seguindo o raciocínio do “já que tá dentro, deixa”, arrumei minha casa para receber o povo, e preparei um menu fofinho para a ocasião.

mais bonita
(making off)

E foi muito legal. O mote do editorial tem relação com luxúria, luxo fashion, e coisas que tais… e não é que a minha parede berinjela, minha ante-sala turquesa arabescada, meus lustres, cortinas, cadeira medalhão e coloridas, e mais alguns objetos caíram como uma luva? Minha casa é um antro de luxúria, gente! =)

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(brincando de materializar o pitéu… pena que não consegui pendurar os pratos na parede de concreto!)

Na sequência, vesti a camisa da causa de um amigo fotógrafo incrível, que teve todo o seu equipamento roubado, e criamos um evento com dois ambientes, sendo um virtual para captação de obras para leilão virtual, e um ambiente presencial, mais precisamente uma festa chamada Ritos de Passagem, que rolou neste sábado último, onde, pela primeira vez, meio que materializei o nosso Pitéu.

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(foto Salvador Meu Amor)

De forma simplificada, claro, mas materializei a minha cozinha afetiva, num balcão da casa onde aconteceu o evento, para vender caldos, com grana revertida para a causa. Deu um trabalho do cão, e apesar de ainda não termos divulgado o resultado, pois ainda há obras para leilão que não param de chegar (descobri que se o rango não der certo, posso ser leiloeira), deu SUPER certo.

E vem muito mais por aí. Porque eu mereço e quero receber. Fui clara, pessoal do ebó? Ótimo. Beijo no ombro! =)

A pequena fábrica de sonhos da Katita

2 de março de 2013 § 51 Comentários

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Brincando brincado, hoje em dia eu vivo praticamente da comida que faço. É surpreendente o desdobramento de vertentes que se abriram para mim dentro deste universo, desde que comecei a escrever em blogs e cozinhar em festas de amigos, a coisa de uns 12 anos atrás. Foram festas que se profissionalizaram com a ajuda do curso superior de Decoração e curso de cozinheira do SENAC, publicidade em blogs, livro, catering, camarins, cursos, consultorias, palestras, webserie, um brincar de restaurante em casa, e mais recentemente, uma aproximação cada vez maior da arte, o que se justifica pela minha formação em produção e gestão cultural anterior, e e até certo momento paralela, aos fazeres culinários.

Tenho feito não apenas coquetéis para vernissages, festival de cinema, mostra de artes cênicas, que qualquer profissional ou bufê pode fazer, mas eventos e consultorias conceituais para experimentos artísticos; assinado cartas de anuência para projetos artísticos contemporâneos que dialogam com a gastronomia em algum momento, enfim, projetos para os quais é necessário não apenas ser um bom cozinheiro, mas ter uma capacidade de fruição de arte, duas coisas que sempre correram em paralelo na minha vida e que agora se juntam de forma mais coesa. Não que eu tenha encontrado “o nicho” da vida, porque nunca fui mulher de um nicho só, mas este me proporciona ENORME prazer.

Tá, mas o quê que isso tem a ver com a pequena fábrica de sonhos da Katita?

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(fotos: DJ Riffs e Zeza Maria, respectivamente)

Eu fui convidada para desenvolver uma receita exclusiva de sonhos para uma casa de eventos artísticos que será inaugurada em breve aqui em Salvador, cujo nome é Lálá, palavra do iorubá que está relacionada com o sonhar. A idéia seria revelar o nome da casa (que já funciona em caráter informal e experimental há algum tempo como Casa Branca) no dia 02 de Fevereiro, a festa de largo mais bombada de Salvador, que homenageia Iemanjá, a Rainha do Mar, no bairro do Rio Vermelho. Foi produzida uma festa colaborativa na casa, com a participação de diversos artistas de várias linguagens, cada um com sua oferenda. Uma festa linda, que começou desde a véspera, com a saída do cortejo para a entrega das oferendas, passou pela alvorada, e seguiu adiante durante todo o dia com música, live paints, performance, comida, bebida e muita música. O nome da casa seria revelado aos poucos, através de performances artísticas, e a mim me foi confiado o momento máximo, onde durante um show da Mariella Santiago, diva negra da música chique da Bahia, com participação de ninguém menos que Anelis Assumpção, eu ofereceria os meus “lálás”, que caíram do céu em formato de nuvens de sonhos, feitos por Tai Oliveira, outra artista colaboradora. Lá embaixo, na rua, para onde o show estava voltado, o dono da casa, o carismático e querido por todos Ricardo Dantas, recebeu as nuvens e ofereceu os lálás ao público, que a essa altura já fazia idéia do significado do nome e da oferenda, graças a todas as pistas artísticas, mas só naquele momento totalmente revelado.

Foi uma experiência incrível, porque É GENTE naquela festa, viu?! Quando cheguei na janela do primeiro andar da casa, sobre a varanda onde acontecia o show, tive vertigem de tanta gente. Eram 240 sonhos, dez nuvens que desceram flutuantes em nylon para oferecer o sabor da casa aos amigos e convidados lá embaixo. Comida e Arte juntas de novo; eu, instrumento.

Ok, computer, mas o povo quer a receita de sonho, confere?

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Como eu disse para vocês, desenvolvi uma receita exclusiva de sonhos para a casa e para a ocasião, e desde o início tive uma certeza: eles seriam pequenos, devoráveis numa bocada só, e não teriam recheio tradicional de goiaba (que eu amo), mas de… maracujá. A “fruit de la passion”, “passion fruit” deveria rechear aqueles sonhos, era certo. Parti para campo, e para definir a massa, pesquisei receitas, conversei com uma quituteira amiga minha, fiz uma experiência em casa (foto) e acabei contruindo a minha receita de massa inspirada pela mistura da receita de Fara (esta amiga quituteira, que usa leite condensado na massa) com a receita da Palmirinha, que das tradicionais, me pareceu a mais legal da net, mais um toque meu de anis, e alterações de proporções nas quais acredito. O recheio, totalmente instintivo, saiu na hora.

Não reparem se n’algum momento a analogia confundir o sonho produzido pela farinha com o sonho produzido pela mente e desejos, são as duas coisas se fundindo mesmo. Mas se esse pensamento for muito raribô para você, basta justificar o nome do pitéu como uma associação a uma coisa muito boa, que a gente fecha os olhos e viaja quando come.

Chegamos finalmente à receita:

Sonhos da Katita (para 50 sonhos médios)

Para a massa: 1 envelope de fermento biológico para pão (químico é só para bolos e biscoitos, pense nos sonhos como pães) | 800g de farinha de trigo | 8 colheres de sopa de leite condensado | 3 colheres de sopa cheias de manteiga ou margarina | 2 ovos | 1/2 xícara de leite morno fervido com 2 estrelas de anis | óleo para fritar | açúcar e canela para polvilhar.

Modo de preparo: Junte a farinha, a manteiga, o leite condensado, os ovos levemente batidos e o fermento dissolvido no leite morno, de acordo com as indicações do envelope. Misture bem e sove a massa numa superfície enfarinhada. Faça bolinhas do mesmo tamanho. Se você não tem a manha de fazer bolinhas do mesmo tamanho, abra a massa com um rolo e use um molde de biscoitos redondo para cortar as porções individuais, depois é só fazer a bolinha. Deixe descansar por 30 minutos antes de fritar e vá fazer o recheio enquanto isso.

Para o recheio, eu coloquei numa panela 1 lata de leite condensado, a mesma medida de suco concentrado de maracujá (polpa de 4 maracujás pulsados no liquidificador com 1/3 da lata de água e depois coados), 1 colher de sopa de amido de milho diluída neste suco, 1 pitadona de sal, e raspas de 1 limão siciliano ou de 2 mirins. Misture bem e mexa em fogo baixo até o ponto de creme. Reserve.

Uma vez dobrada de tamanho a massa, é hora de fritar os sonhos numa fritadeira ou numa panela compacta com bastante óleo de sua preferência (desde que virgem), em óleo quente, mas fogo mediano. É muito rápido, logo eles estarão fritos, porque os sonhos são mágicos, e você nem precisa se preocupar porque geralmente os sonhos se viram sozinhos, mas fique atenta para fazê-lo tão logo eles dourem de um lado, e vire-os delicadamente apenas uma vez. Frite no máximo 8 de cada vez, se for muito ágil, e se couberem na panela, porque se você colocar muitos não dará conta de tirá-los todos de uma vez, a menos que esteja usando uma fritadeira com escorredor, e eles ficarão diferentes em tempo de cocção e cor. Os sonhos merecem toda atenção.

Escorrar-os em papel absorvente abundante, de preferência trocando este papel algumas vezes. Experimente um, assim purinho, e veja que crocante e macio, como um… sonho! A próxima etapa é envolvê-los numa mistura de açúcar e canela para só depois recheá-los. As pessoas normalmente colocam pedaços de goiabada dentro da massa, que derretem na hora de fritar, ou mesmo cortam os sonhos ao meio depois de fritos para recheá-los com a goiabada derretida. No meu caso, que fiz um creme de maracujá para rechear mini-sonhos, usei uma espécie seringa plástica para fins de recheio em uso culinário que eu adquiri numa dessas lojas de 1,99, e que é mão na roda, e fica foférrimo! É abrir um buraco até o meio do sonho usando o dedo e rechear com a seringa/bisnaga.

Sonho é bom de comer na hora, fresquinho e crocante, mas se bem acondicionados num frasco de vidro, ficam bons por até 3 dias.

Ah! Os sonhos precisam respirar por dentro! Por isso, só funcionam com fermento biológico, que oxigena a massa e permite a formação de bolhas lá dentro que os deixam fofinhos, ao contrário do químico que deixa as massas compactas, como esperado nos bolos e biscoitos. Se você utilizar fermento químico para sonhos, eles solarão. Falo por experiência própria.

Sonhos são importantes. E afetivos.

Rango PApular

20 de janeiro de 2013 § 16 Comentários

rango_piteu

Então, queridões, meu mais novo projeto: vender comida afetiva, sincera e honesta, durante a folia do Carnaval de Salvador, aqui no aconchego do meu lar, só para amigos e conhecidos. Todas as coordenadas na fanpage. Venham aqui, leiam as coordenadas, e curtam a página, que é para acompanhar os meus ensaios e devaneios de Carnaval!

E se algum de vocês estiverem por aqui, com fominha no Circuito Osmar (Campo Grande), vai ser lindão. =)

Linda coincidência natalina

10 de janeiro de 2013 § 4 Comentários

natal

É quando o presente que chega combina com o serviço da mesa!

Estava caída de amores por exatamente este dos 3 ou 4 modelos de Ronaldo Fraga para a Tok&Stok.

Detalhe da mesa que pretendi divertida, e que improvisei para o nosso almoço natalino dia 24, antes da minha partida.

Natal Pitéu

12 de dezembro de 2012 § 16 Comentários

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ESTOU EM MARAU USANDO PC GRINGO ALHEIO COM CONFIGURACAO IGUALMENTE GRIGA, JA QUE NO IPHONE E PUSHADO, PORTANTO NAO VAI ROLAR ACENTUACAO, VALEU? AGORA VAMOS…

Reclamei pra burro do preço das coisas ao longo deste ano, especialmente frente ao feedback das leitoras que moram em outros paises e continentes, todas chocadas com os preços de produtos e servicos que publico aqui. Tambem busquei alternativas para gastar menos, comprei mais do que nunca direto de produtores ambulantes, e fiz boicote aos grandes supermercados. Nao vai ser o espirito natalino que vai me demover deste estado de consciencia que eu quero muito pra mim.

Nao, nao estou pregando uma ceia natalina pobre e zero glam, loooooonge de mim! O Natal merece concessoes e acho ate bacana um tributo a abundancia vez por outra… mas nao carece de surtar, concordam? E e esse meio-termo que eu persigo e proponho.

Pra que comprar arvore de Natal se com umas caixas de papelao e brinquedos do filho da pra fazer um troco massa? Olhem ao redor! Peguem a planta da varanda e pendurem botoes, flores, utensílios domésticos… usem o cabideiro, desenhem uma arvore na parede e apliquem pompons de crepom… PIREM!

E levem essa piracao para a cozinha! Facam uma revolucao, esquecam o que sabem sobre perus inteiros carissimos (que sobram e sobram e sobram), files de bacalhau (se existe um fake fatal pela metade do preco), queijos e frutas importadas, e abram os olhos para as formas glam-natalinas de utilizar os nossos produtos, nossas aves, nossos queijos, nossas frutas, as mais chiques e cobicadas do mundo!

Esse e o espirito do Natal Piteu. Va pensando em solucoes bacanas para ceias possiveis, em ideias economicas, ecologicas, criativas… em artificios para fugir dos precos abusivos, em tecnicas de reaproveitamento, em arvores de Natal com utensilios domesticos, e coisas que tais, que no proximo post vai rolar mais uma ciranda com a parceira sustentável de toda a vida do Piteu, a REDE ASTA, e a gente vai dar um presente lindao para a ideia mais lindona. Se liga ae!

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Minha arvore de Natal deste ano eu fiz com caixas de papelao de varios tamanhos, decoradas ou forradas, empilhadas num formato arvore, com patamares de bonecas queridas que eu coleciono. Passei uns fios de luzinhas natalinhas, e foi! Custo zero, 1 hora de trabalho divertido com o filho, e resultado fofinho, nao?

Vai valer arvore com o que se tem em casa pra ganhar presente PITEU-ASTA neste Natal… olhem ao redor, e até amanha!

Ai, meus sais!

15 de outubro de 2012 § 38 Comentários

Queridos amores virtuais, long long long time no see you. Muita coisa (boa) aconteceu desde o meu último post, e eu estava agoniada para voltar logo, mas simplesmente não rolou.

O principal motivo da minha ausência foi a produção do Ponto de Encontro do FIAC, uma produção grande que envolveu ambientação sustentável, vila gastrô e produção musical de uma grade explosiva de atrações que sacudiram o MAM durante o festival. Comecei a trabalhar neste projeto em 22 de agosto e desde os últimos dias que antecederam a abertura até a prestação de contas semana passada ficou impossível. Eram funções noturnas diárias desgastantes (apesar de muito prazerosas), pouco tempo para dormir e até comer entre um dia e outro, ajustes, providências mil. Mas foi incrível ter feito, bombou super todos os dias, e acabei feliz à beça. Como sempre acontece quando me jogo forte num trampo desses, caí doente depois, e além de tudo isso… bem…er… como direi… tô meio namorandinha. =)))))))))

Não só a nossa cozinha, mas a minha casa, as minhas coisas, e até um pouco o meu filho andaram meio que dispersos de mim, coisa que começo a a corrigir agora, mas já tomei pé de quase tudo, apesar de uma certa aflição que me deu diante das pendências que se acumularam. O fato é que eu voltei, cheia de saudade e cada vez mais certa de como eu preciso disso aqui para ser feliz. Dei gargalhadas e fiquei bastante emocionada com os comentários e e-mails de saudade que recebi. Obrigada. Mesmo.

Para ilustrar o post um presente luxo-poder-e-cobiça que o meu primo Kiko trouxe de Nova York, de uma loja em Chelsea especializada em sais: um kit com sais de Merlot, Hymalayan pink, Spanish Rosemary e Cyprus Flake. Fiquei PASSADA com este presente que experimentei e apresentei ontem num almoço que fiz para librianos muito especiais. Foram as vedetes da festa e reinaram absolutos no couscous de lagosta e na vinagrete de frutas do quibe de salmão. Eu, particularmente, fiquei bastante impressionada com o efeito de cor e sabor dos cristais de Merlot salpicados no rango. Como poderei viver de hoje em diante sem os meus sais fechativos!!!!!!!!!????????

Celebrando a vida com os nativos de Libra…

Bom voltar pra casa.

Making of: a melhor parte da Cozinha Finna!

1 de outubro de 2012 § 30 Comentários

Veja aqui.

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