Regra de ouro da Danuza Leão para praticar o desapego
janeiro 5th, 2012 § 27 Comentários
Eu não consigo começar o ano sem dar uma batida geral em casa para me livrar de tudo o que eu não uso. Já virou um ritual há muito tempo. Foi a primeira coisa que eu fiz quando cheguei de viagem, antes mesmo de fazer mercado. Só que desta vez, com uma ajuda muito especial e que fez TODA a diferença. Desde que li lá na praia o capítulo Simplificando do É tudo tão simples da Danuza Leão, quando ela diz tudo o que você não usa há um ano deve sair, eu percebi que este um ano faria toda a diferença para a minha primeira geral de 2012. E fez mesmo. Foram dois elevadores repletos de tralhas, nunca liberei tanta coisa. É preciso dizer que na condição de produtora de festas é até natural que eu junte algumas coisas, mas nem este detalhe profissinal eu considerei. Nada se compara a sensação de remover 500kg dos ombros.
E já que eu estou falando de simplificar a vida, e de Danuza Leão, que tem um humor absolutamente contagiante, ficam mais alguns trechos deste capítulo para voce amar ou odiar essa lôka! Eu amo.
“Agora, para simplificar MESMO a vida, é preciso se livrar do mais complicado: as roupas. A primeira coisa a fazer, para ter um armário em perfeita ordem, é comprar dúzias de cabides, todos absolutamente iguais e da mesma cor. Ok, de dois tipos, um para saias e calças, e os normais. E aqueles horrendos, que vêm com a roupa da tinturaria, lixo, na hora. Sem cabides iguais, não dá nem para dormir direito.”
KAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKA!
“Não perca seu tempo comprando (ou guardando) aquele vestido porque um dia vai emagrecer. Sabe quando isso vai acontecer? Provavelmente nunca, e a cada vez que olhar para aquela roupa de quando era um palito vai cair em profunda depressão. KAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAK! Ó que franca? Nem é um problema de ter engordado, mas com o tempo o corpo muda; se você olhar uma radiografia de alguém aos vinte anos, e depois outra da mesma pessoa aos sessenta, mesmo que ela tenha o mesmo peso, vai haver diferença.”
Ai, ai… esse é o tipo de “auto-ajuda” que eu acredito, viu? E o que é melhor, gargalhando, que é o que a gente leva de bom desta vida! Ninguém me provoca gargalhadas mais deliciosas do que essa mulher, tão absurda, tão lúcida, tão elegante, tão civilizada, e agora tão simples.
Boas gargalhadas, queridas, e leiam a Danuza Leão!!!!!!!
Pior é na guerra!
julho 15th, 2011 § 15 Comentários
- Dona Kátia, não tem nada para o almoço.
- Oxente, Jaci, e aquelas duas batatonas? E aquela linguiça linda, enooooooooorme? Vamo’ fazer um forte escondidinho! E outra: futucando bem futucadinha a geladeira a gente ainda vai encontrar 1/2 pepino, 1/2 cenoura, 1 tomate, 1/2 cebola roxa e 3 folhas enormes de alface que sobrou de ontem lavadinhas, secas e protegidinhas, veja que salada luxo!
Isso sem falar nos molhinhos, grãozinhos, azeitinhos, vinagrezinhos, frutinhas secas e um bando de coisa delícia que eu ganho das minhas fofoletes no armário.
Tu acha que pode, comadre? Parece até que não sabe fazer milagre! =)
Pior é na guerra!
Menos poluição visual na cozinha!
julho 13th, 2011 § 44 Comentários
É muito rótulo, muita embalagem, muita marca, muita informação na cozinha, né não? Eu tenho pavor de levar rótulos para a mesa, fico agoniada, não tenho paz! Vou logo tratando de transferir manteiguinha para a manteigueira, enfiar o requeijão cremoso num porta-requeijão, queijo na queijeira, biscoito na biscoiteira e por aí vai. Na geladeira eu também faço o que posso, embora não seja possível fazer isso com todos os produtos (como aqueles que não uso com frequência e preciso estar atenta a validade), mas os enlatados e conservas, por exemplo, eu dou logo uma providência, até porque enlatado dança rápido se continuar na lata após aberto, né? Tem que fechar bem fechadinho. E é feio também aquela latona aberta olhando para a gente.
Aqui em casa eu tenho uma prateleira onde vou colocando frascos fofinhos de vidro de váriso tamanhos diferentes com tampa, que vou aproveitando. Tiro os rótulos, lavo bem lavado, dou banho de água quente, deixo escorrer emborcados e depois seco bem legal com pano limpinho; fecho e vou colocando ali sempre à mão, que é para no exato momento em que eu abrir um sachê de molho de tomate, por exemplo, já passar a mão num deles, de tamanho proporcional, e já colocar bonitinho na geladeira.
Desta forma eu preservo por mais tempo estes produtos, deixo minha geladeira mais… como direi… clean, e dou uma aliviada no meu juízo, que eu não dou conta de tanta informação!
Polpa de cebola
abril 25th, 2011 § 18 Comentários
Mamãe ganhou horrores de cebolas roxas e brancas; cebola para dar, vender, traficar e consumir, mas mesmo assim, como ela não ia dar conta, nem eu tampouco, antes que começassem a perder o viço eu resolvi fazer polpa para congelar. Retirei as cascas e bati no liquidificador, sem água, pois elas já tem água demais. Porcionei as polpas em saquinhos de geladinho, mas você também pode usar cubas de gelo e depois ensacá-las (as cubas). Deixei um pouco na geladeira em potinhos plásticos também, para refogar normalmente.
Anota aí: cebola para o lixo nem pensar, hein?





