Microcasa

junho 2nd, 2012 § 5 Comentários

Da cozinha para o quarto, para a sala, e para a cozinha de novo…

maio 7th, 2012 § 9 Comentários


(projeto realizado do quarto de Nanã – quando pensei em fotografar o antes ele já tinha contratado os pintores!)

De vez em quando a cozinheira aqui faz algum projeto só para não se esquecer de que “é decoradora”. Geralmente para amigos e clientes mais teimosos, que preferem anti-decoradoras, como eu. =)

Nando estava precisadíssimo de uma casa nova. Não sabia o que era, mas andava enjoaaado de tudo! Não se sentia mais à vontade em sua casa, bla bla bla. Bem, o bom de sermos amigos de velha data é que, conhecendo ele, seu momento de vida, e sua casa, como conheço, eu já tinha um forte palpite: pecado do excesso! Nando é a pessoa mais pop que eu conheço, apaixonado por arte, cultura e ícones pop, e muito dado a objetos, coleções e miniaturas!


(detalhes do vestiário para onde escoei boa parte da carga pop de uma pessoa que precisava de um quarto mais sóbrio)

O desapego cedeu espaço para um gabinete-hóspedes, improvisado mas gatinho…

Bom, eu vou resumir a parada: hipnotizei Nanã e ele se desapegou de dois quartos de tranqueira. Como ele mora sozinho num 3 quartos, foi possível transformar um segundo numa coisa meiocloset-meiovestiário para desafogar o quarto dele – muito cheio de informação (e você sabe que quarto é para dormir e fazer amor, né?), e um terceiro num gabinetezinho reversível para hóspede. Nanã merece uma salva de palmas pelo desapego, viu? Eu bem sei que aquilo não foi fácil, mas ele foi capaz de vislumbrar um futuro mais ventilado e promissor, e pelo jeito não se arrependeu porque a pessoa não sai mais de casa.


(pedacinhos do resto da casa)

No gabinete e na sala que ele integrou com a cozinha, só dei alguns pitacos, até porque, taí um cara que deveria ter feito Decoração…


(pop home details)

É assim que se come uma fatia de bolo em casa de Nanã.

Momento mulherzinha

abril 23rd, 2012 § 20 Comentários

Tá, eu sei que esse negócio de cupcake já deu, mas fala se essa bandejinha de 2 níveis em porcelana, que vem numa caixinha mimosa e cor-de-rosa (que pode virar quadro de quarto de menina, inclusive), com a possibilidade de combinação com pratinhos de sobremesa, não é um troço para dar de presente para aquela amiga super mulherzinha? E o melhor eu não falei: a bandeja custa R$29 e cada prato R$3 e alguma coisa. Na Le Biscuit, que tem lojas nos estados da Bahia, Sergipe, Maranhão, São Paulo e Pernambuco.

Se apegue com uma Le Biscuit perto de você, que é jogo, viu? Presentinhos, utilidades domésticas, papelaria, armarinho, utensílios para festas, e coisa que até Deus duvida, por preços sempre muito honestos.

E esses chineses, gente, quem pode com eles? =O

Quando uma cama box vira um sofazão de bagunça!

abril 8th, 2012 § 5 Comentários


(Gi, tá vendo a minha almofada de rainha reinando absoluta?)

Como eu explicava para o Adriano nos comentários do post abaixo, aqui em casa tem um negócio que eu chamo de gabinete (pegando ponga numa nomeclatura utilizada pelo meu amigo Nando para um cômodo semelhante que ele tinha), que nada mais é do que um cômodo onde trabalho, onde fica a única tevê da casa, e que também é reversível para hóspedes vez por outra.

Ocorre que o tal gabinete foi aquele cômodo que ficou por último depois que comprei o apartamento… não projetei nada, fui ajeitando com o que sobrou, e ficou meio sem identidade… uma cor, um padrão, uma coisa, sabe? O gabinete é uma pendência, assim como o banheiro social, que eu não tive grana para reformar (até porque ele é imenso! dá para fazer uma festa para 30 pessoas apertadinhas, ui!), ambos trabalhados no trucão.

Pois bem, eu queria aproveitar um cama box que foi do meu irmão e que estava novinha no depósito da casa da mamãe. Queria trocar a cama de auxiliar de quarto de bebê, que fazia as vezes de sofá, reversível para cama de hóspedes, que até então habitava aquele cômodo. Doei a cama auxiliar e trouxe a box do interior decidida a fazer-lhe uma capa jeans, bem justinha, esquema skinny, sabe, para depois enchê-la com “profusão de paródias (de almofadas) que encurtem dores e furtem cores como camaleões”! Mas enquanto a costureira, que é também das melhores amigas da vida (e ex-sogra!) não vem, me deu uma agonia daquela cama desmontada ali no canto (os rodízios dos pés sumiram), e eu dei a louca! Comprei um edredom escândalo, porém baratérrimo (pois provisório, papel de 70 pilas), improvisei pés com livrões de capa dura (me perdoem Dostoievisky, Vitor Hugo, Sthendal e Maquiavel), tirei o plástico de proteção, aspirei, borrifei perfume de alecrim e levei ao sol quente por mais de uma hora. Enquanto isso, faxinei o quarto. Montei a cama arejada sobre os livros, forrei-lhe com rico lençol com elástico e cobri-lhe com o lindo edredon, que carecia de almofadas turquesa, naturalmente, o que não é problema para mim. Contabilizei 12 capas neste tom e mais 6 no tom secundário da peça, uma espécie de cinza. Sachês de almofada não me faltam, como produtora de festas que sou (ou fui, que não deu mais para fazer festa depois destas brincadeiras de apresentadora e de chef dos Graham). Mais borrifo de aromatizador de alecrim, e num passe de mágica, o meu gabinete, todo sem unidade, se transformou num ambiente “assaz aprazível”, viu? (lembram daqueles caras hilários do Esporte MTV? Ainda tem aquilo?).

Tudo é uma box que vira sofazão, um edredom turquesa de bolotas e MUITAS almofadas na vida da pessoa!

Não vejo a hora de Bento chegar e se jogar no nosso novo sofazão de bagunça diante da tevê.

Tudo isso bebendo vinho (porque a massa ainda não tive a coragem de fazer) e ouvindo Stevie Wonder. Tô presa no Talking Book (ô disco lindo)! Alguém me tira daqui?

“O melhor lugar do mundo é aqui e agora”. (só para citar outro negão que mora no meu coração)

Lata de lixo inox é importante!

fevereiro 19th, 2012 § 19 Comentários

Fazia muito tempo que eu queria trocar as latas de lixo da cozinha por latas inox por serem mais resistentes, higiênicas e bonitas também, mas me dava um desgosto quando eu chegava na Tok&Stok e mirava R$160,00 numa lata de 12l! Daí que eu fui empurrando com a barriga até semana passada quando eu QUASE comprei uma na T&S, mas um anjinho da guarda segurou o meu tchan e na sequência imediata, tive que passar numa loja do HiperBomPreço e encontrei estas ótimas aqui, também de 12l por R$50! Que alegria! Garanti pelo menos uma de lixo orgânico e outra de não orgânico.

Se liguem nos produtos desta marca gringa, a Select Edition, porque É JOGO! Já comprei um sem-fim de utilidades domésticas ótimas e lindas nos Hiper BomPreço por preços sempre assim, tipo metade das lojas fofinhas.

E por falar em área de serviço, sabe quando o banheiro tá feião e a gente não tem grana para reformar ou então nem pode porque mora de aluguel? Daí você tem duas escolhas: conviver com o seu banheiro feião ou dar um trucão e deixar ele lindão, ou quando nada engraçadinho. Esta foi a escolha da Érica, mais uma leitora que se inspirou na minha área de serviço para deixar o dela mais astral.

Katia querida!
Escrevo para, além de dizer que seu blog é 1000!, que adoro seus posts e que vc é uma Fofa (com F maiusculo mesmo!), para agradecer e mostrar como vc anima, dá dicas e empolga suas leitoras.
Inspirada aí, ó só que que eu fiz!
Responde qdo puder? p eu ter certeza que vc viu…
Mil bjs,
Erica

Érica, surtei na Mafalda! Parabéns, ficou jóia! Tô super orgulhosa! =)

A história das coisas

novembro 19th, 2011 § 40 Comentários

Toda vez que alguém vem aqui em casa pela primeira vez e eu sirvo uma bebida, é sempre a mesma coisa:

- Katita, me dá um porta-copos?
- Carece não.
- Mas, e se manchar a mesinha?
- Ué, é a história da mesinha.

Dali a pouco neguim vai logo tirando o sapato e afundando no sofá. =)

Bah! E eu lá quero móveis sem marcas? É que nem comer massa longa ao pomodoro sem respingar na roupa; jantar com vinho tinto e não manchar a toalha branca de linho; passar pela vida sem arranhões…

Qual nada! Me joguem na parede e me chamem de lagartixa, que eu quero.

Adeus à Frida Kahlo que habitou as paredes do meu quarto

novembro 18th, 2011 § 18 Comentários

Começou o meu ritual de esvaziamento, pelo meu quarto, ate então multicolorido, floral, fridakahliano, e recentemente coberto por escritos que saltaram de mim. Se tudo der certo, ainda hoje durmo em quarto branco. Amanhã, talvez, em cor neutra com gota de algum bordeaux, que trouxe para o caso de me perder em cegueira branca (sai Frida entra Saramago)!

O Cristiano, meu vendedor de tintas mais lindo e mais surfista de todos, me deu um mega desconto para eu experimentar a marca que, segundo ele, e a mais nova concorrente da Suvinil. Veremos.

Gente, to sem acento, foi mal. Não to einteindeindo!

Projeto banquinho do lixão do amor

outubro 25th, 2011 § 49 Comentários

A moçada das antigas tá ligada que eu sou chegada num lixão, e conheço bem as origens dessa sedução pelo descartado por outrem. É que eu tenho uma tia que era meio doida. Não, doida de pedra, vocês não estão entendendo. A Valdete. Valdete Souza Rabelo, meia-irmã da mamãe. Vou traçar o perfil físico: branca, ruiva, cheia de sardas, que agora deve ter seus sessenta e tantos. Paulista, moradora desde sempre na Ponte Grande, Guarulhos, mãe do Marcos, da Paula, da Bruna e do Marcelo. Viúva do Argemirinho, filho de Dona Dolores, uma espanhola, que era seu inferno astral, e vice-versa. Pois bem, só para vocês terem uma idéia, a Valdete era (não sei mais se ainda tem a mesma pegada da minha infância, pois perdi o contato com ela) habituè de velório, programa que para ela era o máximo. Não liberava nenhum defunto, podia ser o amigo do sogro do primo em terceiro grau, que ela atravessava a cidade de São Paulo sob forte temporal, uma carpideira profissional. Aquele fascínio mórbido sempre me intrigou deveras! Mas a lembrança que mais povoa a minha memória é da Valdete com o saiote sobre os peitos, completamente descabelada, futucando o lixo da vizinhança altas horas da noite e carregando um monte de tralha para a sua casa, quesito à parte. Eu falei que ela era doida, não falei?

Na época, nos envergonhávamos todos, mas hoje a Valdete seria IN, meu amor, porque a bicha era uma visionária, vamo’ combinar? E foi bem dela que herdei esse meu entusiasmo e olhos atentos para o lixão.

Bem, feita a introdução, eu queria dizer que fiquei LÔKA com esse banquinho vermelho de pezinho palito que encontrei no lixão do meu amigo de fé-irmão-camarada, Nanã. Da primeira vez em que o vi ele estava na vaga de um apartamento e não tínhamos certeza se estava free, apesar do seu estado quase lastimável. Fui para casa, mas não dormi. Dois dias depois, voltei lá, passei o olho na vaga e nada. Nanã pediu notícia do dito cujo para o servente, que apontou para o containner onde ele tinha acabado de ser instalado. Rá! Abri o trem que nem uma catadora de lixo credenciada e lá estava ele.

O problema é a cratera numa das curvinhas do tampo, mas Nanã já me deu a dica que o o gesso vai fazer uma linda mágica ali. Daí que meu projeto banquinho consiste em: remédio de cupim, restauro com gesso, lixa, massa corrida, lixa de novo, pintura com tinta vermelha alto-brilho (Nanã me convenceu que para manter o ar retrô carece de brilho) e meu novo banquinho estará circulando serelepe pela casa cheio de estória para contar.

Agora esqueçam o meu banquinho, que eu só vou pegar nele quando “Deus der o bom tempo”, porque a chapa tá é quente até o fim do ano. Quando vocês nem imaginarem, lá na frente, ói ele, todo gatinho! Agora vão dormir.

Doida por pano no decor

setembro 25th, 2011 § 6 Comentários

Já reparou como os tecidos são fundamentais no decor, minha gente? Se você ainda não atinou para isso, repare na cortina, nos forros dos sofás, poltronas e cadeiras, nos tapetes, nas almofadas, na parede às vezes, na toalha de mesa, no pano de prato (sim porque aqui em casa ele também decora) e veja que presença marcante que o pano tem, vestindo e revestindo a nossa casa.

Além do conforto e da sensação táctil delícia que o tecido certo pode proporcionar, tem a praticidade (é só jogar as capas e cortinas na máquina, por exemplo) e, principalmente, a possibilidade de imprimir o nosso estado de espírito e identidade no projeto da casa (através das cores, padrões e texturas que os tecidos proporcionam), e a possibilidade de mudar a cara da casa apenas trocando os panos.

Tô dando uma repaginada na casa do meu amigo Nando, e fomos parar numa loja de tecidos de decoração super bacana, que lhe foi indicada, e que eu, que sou rodada, nunca soube da existência. A glória. É a Santa Rita Decor, na Vasco da Gama, perto do BomPreço. Surtei com a variedade de tecidos, como as amigas podem conferir nas imagens. Não estamos falando de preços populares, pois não estamos falando de tecidos populares; falamos de excelente qualidade por preços justos. Para quem só compra revestimento em tecido no Taboão, fica a dica para abrir os caminhos das colegas soteropolitanas.

Santa Rita Decor, Avenida Vasco da Gama, 832. Tel: 71-3555-2900 | salvador@santaritadecor.com.br. Procurem o Romualdo!

Bom dia, flores do dia!

setembro 15th, 2011 § 23 Comentários

Tô indo dar um mergulho no Porto da Barra para energizar este corpo. Vamos?

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