Momento mulherzinha
abril 23rd, 2012 § 20 Comentários
Tá, eu sei que esse negócio de cupcake já deu, mas fala se essa bandejinha de 2 níveis em porcelana, que vem numa caixinha mimosa e cor-de-rosa (que pode virar quadro de quarto de menina, inclusive), com a possibilidade de combinação com pratinhos de sobremesa, não é um troço para dar de presente para aquela amiga super mulherzinha? E o melhor eu não falei: a bandeja custa R$29 e cada prato R$3 e alguma coisa. Na Le Biscuit, que tem lojas nos estados da Bahia, Sergipe, Maranhão, São Paulo e Pernambuco.
Se apegue com uma Le Biscuit perto de você, que é jogo, viu? Presentinhos, utilidades domésticas, papelaria, armarinho, utensílios para festas, e coisa que até Deus duvida, por preços sempre muito honestos.
E esses chineses, gente, quem pode com eles? =O
As padocas da minha área
abril 18th, 2012 § 47 Comentários
Salvador ainda não tem uma cultura de padaria, sabe? As padocas como áreas de convívio, onde a gente para para ler o jornal, encontra pessoas, toma café junto e faz até reunião, essas coisas. Café da manhã e sopa em padarias é uma coisa relativamente nova por aqui. Não digo comer um sanduíche na chapa no balcão, mas o evento café da manhã, entende? Essa é uma das coisas que me faz sentir saudades de São Paulo, mas até que não posso me queixar de boas padarias ao redor. Das mais caras na Graça, às mais populares no Dois de Julho, passando pelas intermediárias no Campo Grande e Garcia, tem para todos os gostos e bolsos. Vamos aos pontos altos e baixos de cada uma delas para você me dizer depois se eu viajei ou fecha comigo.
A Favorita
Das antigas. Aberta em 1952, esta padoca localizada no Campo Grande, em frende ao Forte de São Pedro tem 3 pontos fortes e 2 pontos fracos, na minha opinião. Os fortes são: o melhor pão de sal da cidade; a melhor vara mista na chapa com café coado no balcão; e a oferta de mini pães de vários formatos fofinhos e sabores e cores mil no balcão dos fundos, que eu adoro comprar para festa. Já os pontos fracos, são a dificuldade para estacionar e o espaço interno pequeno que causa algum desconforto nos horários de pico, especialmente na fila dos dois caixas. Mas o pão de sal vale super a pena, é campeão.
Di Mercatto
Esta é uma padoca metida a grã-fina. Oferece uma boa variedade de pães, salgadinhos e doces, tem um layout bacana, que permite uma boa circulação entre as áreas da lanchonete, mini mercado, padaria, restaurante no mezanino (com café da manhã aos domingos e almoço diariamente), balcões de sopa e mingaus, e até mesmo uma pequena adega. Engorda só de entrar de tanto pão cheio de creme, de tanto doce, de tanto salgadinho. Almocei uma única vez lá para nunca mais, pois era tanto purê e rocambole e massa e arroz e molhos brancos e manteiga boiando, que eu paralisei. As sopas, assim: já tomei algumas divinas, mas tenha medo das cremosas, todas trabalhadas no amido. Excesso de sal é recorrente, como também a sua total ausência. É pedir para experimentar antes de assinar o contrato. Recentemente eles incrementaram mais o balcão com oferta de pizza que a gente monta na hora e leva para casa. Encontrei Ronei Jorge dia desses lá, que me garantiu que valia a pena, comprei e achei a massa bacaninha, mas os recheios…nhé! =/
Recomendo a baguetinha de massa folhada com recheio de ricota e os mini pasteizinhos de queijo assados com mesma massa. Os pães são legais, mas tudo é MUITO caro. Ah! E os funcionários não são felizes, exceção a uma fofa baixinha de óculos que atende no balcão da lanchonete, risonha e alheia aos dissabores da vida. Na Rua da Graça, no Posto Touring, perto do Largo da Vitória, em frente ao Frio Gostoso. Tem manobrista e bomba demais entre 18h e 19h, Deus é mais!
Garcia Delicatessen
O lema do Reginaldo é servir bem para servir sempre. Entenda-se por servir bem, recheios generosos dos pães, salgadinhos e sanduíches. Taí um cabra honesto, trabalhador, classe A, gente fina. Conheci o Regis assim que ele abriu a padoca, na época em que eu captava apoios culturais para as minhas produções na unha, batendo de porta em porta com o projetinho embaixo do braço; numa época em que não havias cursos de produção cultural nas faculdades, nem leis de incentivo, nem coisas que tais. O Regis topou de cara apoiar o coquetel de lançamento do Don´t Mess With The Dead Billies na Arqueria, seria bom para divulgar o seu nome. Mas cadê a logomarca para colocar no material gráfico? Não tinha. Ah! Não precisa não, exclamou o Regis em sua ingenuidade e bom coração. Mas eu não queria só resolver minha paradinha, pois sempre me preocupei com um retorno para os meus apoiadores, tinha que ser bom para os dois lados, eu tinha que deixar um gosto bom na boca deles, daí que eu falei: Regis, como assim? Vou fazer uma marquinha pra tu, valeu? Nada demais, só para colocar no material gráfico, para o seu nome aparecer, ora bolas! Detalhe: eu só sabia labutar com o Word e com o Excell (malmente), e lá fui eu fazer o logo do Garcia Delicatessen, uma coisa provisória, só para ele ficar feliz. E não é que ele ficou tão feliz que alguns meses depois tô eu passando na frente da padoca e vejo o meu “logo” na fachada? E mais ainda, impresso em tudo quanto é papel de pão. KAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKA! Gente eu não sabia se eu ficava feliz ou morria de vergonha, mas o fato é que o logo continua o mesmo mais de 13 anos depois, quem aguenta?
Bom, mas voltando à padoca, que ampliou seus horizontes com um puxadinho lateral e passou a oferecer também mini mercado, sopas, mingaus e lanchonete por preços honestos, recomendo o pão francês quentinho e os sanduíches de chapa na lanchonete, apertadinha, mas funcional. Lá os funcionários parecem bem mais felizes. É o que o Regis é muito boa praça. Na Leovigildo Filgueiras, aquela rua do lado do TCA, sentido fim de linha do Garcia, lado direito, logo após a Rádio Exelcior.
Deli & Cia
Esquema Graça, o que significa cara. Boa variedade de pães deliciosos, balcão de frios bacana, boas opções de biscoitinhos artesanais e manobrista. Os pontos altos são o café da manhã aos domingos (não deixem de experimentar os beijuzinhos e mingaus), de preferência sob a árvore da pequena área externa, e os salgadinhos de festa versão mini, vendidos por quilo, sempre quentinhos e crocantes. Os funcionários também não parecem muito felizes por lá. Não curto muito o astral de lá não, mas é boa. E cara, já falei né? Na Euclides da Cunha.
Bola Verde
Das antigas também, a Bola Verde fica no Dois de Julho e é passagem obrigatória para mim quando vou para aquelas banda, para comer sonho com café preto no balcão externo que dá para o largo. Só é pequenininha demais, mas lá encontro pães naqueles formatos de interior, sabe? Eles vendem manteiga a granel, lanches româticos tipo bauru, essas coisas. De uns tempos para cá, deram uma enlouquecida e colocaram um balcão central com oferta de produtos importados maravilhosos, tipo uma micro-Perini no centrinho da padoquinha, com geléias, enfrascados e enlatados super legais, e tem até um pequeno espaço para vinhos bem honestos, por preços mais honestos ainda. Adoro a atmosfera, mas é por causa do Dois de Julho, que eu amo loucamente apesar de tudo, mas isso é conversa para uma série que está engatilhada aqui e não sai nem amarrada de corda! Ah! O pão não é essas coca-colas todas não, mas quem se importa? É tão legal ficar ali sentadinha do lado de fora tomando café e observando o movimento do Dois de Julho e seus personagens pitorescos!
Pela hora da morte!
março 7th, 2012 § 42 Comentários
Eu ando tão desgostosa com a instituição “supermercados” que tenho comprado comida pingadinho, sabe? Vou ao supermercado quando não tem jeito, para comprar aqueles ítens básicos, tipo material de limpeza, mantimentos, enlatados e encaixotados, enfim. O que eu tenho feito de drible para comprar o menos possível e passar o mínimo de tempo possível ali dentro, “não tá no gibi” (essa é véia, ã? mas é ótima, vai…). E não tenho me arrependido não, pois apesar de não ter parado para fazer as contas, tem sido muito mais leve e divertido, quer ver?
Quando quero comprar verduras e hortaliças tem meu chapa que fica ali na esquina da Escola de Teatro com seu carrinho de mão BALA todo verde desde bem cedinho com tudo muito fresco e orvalhado, todo santo dia; quero comer um peixe, um marisco, um camarão, vou ali no 2 de Julho, e quando lembro que tá acabando a manteiga já paro numa daquelas barraquinhas de coisas do interior, e acabo levando também um belo pedaço de requeijão e uma carne de sol para depois de amanhã; volto para a casa e paro nas meninas do feijão verde da esquina e resolvo a guarnição; ainda no 2 de Julho me lembro que a tradicional padoca Bola Verde, agora também é deli, e arrasa em alguns quesitos importados como geléias, cogumelos, enlatados, massas e até vinhos… e já me faço aquela gracinha pagando mais barato que na Perini; E ainda aproveito para comer um sonho no balcão ou estico até o Líder para comer aquele pastel de camarão do pecado.
(detalhe: tão sentindo que eu tô rodando mas tô me divertindo, né?).
Vou buscar uma encomenda na costureira que fica nos Barris, aproveito e dou uma passada no Grão de Arroz para compar os meus chás, e já saio de lá com aquele pão integral incrível, aquele iogurte melhor ainda, minha cajuína, um óleo de gergelim, um cardamomo, uma tâmara seca, um arroz vermelho, um feijão azuki, e se vacilar até um tofu, e saio me sentindo um exemplo de mulher natureba; ah! e aproveito para almoçar ou tomar sopa linda. Vou assitir a um filme na Sala de Arte Vivo do Shopping Paseo (só assim para eu ir ali), saio com antecedência e dou uma parada no meu querido CEASINHA para comprar um beiju, tomate seco e azapa a granel, um queijo de coalho, um melaço, uma manteiga de garrafa, uma carne de fumeiro, uma mostarda, condimentos que a gente só encontra lá… Ah! E aproveito para comer um sanduba de salsichão no Box do Alemão e passar na Oropa França Bahia para ver se tem vestido bordado.
E assim vou abastacendo aqui e ali minha despensa e geladeira, circulando, oxigenando, pesquisando, curtindo, porque supermercado, minha irmã, não é coisa de Deus não, viu? De pensar que já foi diversão para mim! Hoje em dia eu faço jogo até com minha mãe (troco, vendo, essas coisas) só para não ter que ir.
Tudo isso para dizer que ando bem deprimida quando vou, inevitavelmente, ao mercado, porque os preços estão descarados, desavergonhados, indecentes, um acinte! Das últimas vezes percebi aumentos de 20 a 30% em ítens como materiais de limpeza, leite e derivados, embutidos, biscoitos, ovos… eu tô com medo. Onde é que a gente vai parar?
E o que é pior: continuo enfiando dedo em tomate podre.
Lata de lixo inox é importante!
fevereiro 19th, 2012 § 19 Comentários
Fazia muito tempo que eu queria trocar as latas de lixo da cozinha por latas inox por serem mais resistentes, higiênicas e bonitas também, mas me dava um desgosto quando eu chegava na Tok&Stok e mirava R$160,00 numa lata de 12l! Daí que eu fui empurrando com a barriga até semana passada quando eu QUASE comprei uma na T&S, mas um anjinho da guarda segurou o meu tchan e na sequência imediata, tive que passar numa loja do HiperBomPreço e encontrei estas ótimas aqui, também de 12l por R$50! Que alegria! Garanti pelo menos uma de lixo orgânico e outra de não orgânico.
Se liguem nos produtos desta marca gringa, a Select Edition, porque É JOGO! Já comprei um sem-fim de utilidades domésticas ótimas e lindas nos Hiper BomPreço por preços sempre assim, tipo metade das lojas fofinhas.
E por falar em área de serviço, sabe quando o banheiro tá feião e a gente não tem grana para reformar ou então nem pode porque mora de aluguel? Daí você tem duas escolhas: conviver com o seu banheiro feião ou dar um trucão e deixar ele lindão, ou quando nada engraçadinho. Esta foi a escolha da Érica, mais uma leitora que se inspirou na minha área de serviço para deixar o dela mais astral.
Katia querida!
Escrevo para, além de dizer que seu blog é 1000!, que adoro seus posts e que vc é uma Fofa (com F maiusculo mesmo!), para agradecer e mostrar como vc anima, dá dicas e empolga suas leitoras.
Inspirada aí, ó só que que eu fiz!
Responde qdo puder? p eu ter certeza que vc viu…
Mil bjs,
Erica
Érica, surtei na Mafalda! Parabéns, ficou jóia! Tô super orgulhosa! =)
O Pitéu fez 1 ano e eu nem vi!
fevereiro 13th, 2012 § 263 Comentários
Foi neste último dia 10 de fevereiro que fez 1 ano que eu escancarei as portas e janelas da minha ensolarada cozinha afetiva para vocês entrarem. Eu só queria dizer que depois destes 9 anos de blogueira, sou muito feliz aqui com vocês, viu?
E como tudo na vida se encaixa lindamente, ponguei na torta de 71 anos da mamãe e recebi uma caixa de presente de aniversário do Pitéu, embora a querida Pat Kaori, minha leitora das antigas, nem soubesse disso!
A Pat tem uma loja daquelas de fofurices que endoidam mulheres chamada Perecoteco, lááááááááááá no Belo Horizonte, e ela selecionou presentes tão certeiros que eu fiquei comovida. Uma pessoa que sabe que eu gosto de chá, de matrioskas, de espumante e de passarinhos…
(matrioska e omini já pendurado na mochila de Bê | saleiro e pimenteira de quê? | colheres medidoras de quê? | infusor de chá que eu resolvi chamar carinhosamente de colher de chá | meu suporte de penduricalhos mais meigo | tampa para garrafa de champagne, conhecem? porque depois de aberta a rolha não entra mais, um inferno! daí a gente fecha e pressiona a tampa para fazer ar e não perder as bolhinhas que fazem cocégas na ponta do nariz, sem as quais espumante não tem graça. ADOREI! Ah! teve também os dedinhos de robô para Bento que ele já sumiu com eles surtado)
Pat, queridona, declarações de amor e resposta à sua cartinha que me deixou com a cara inchada, à parte, por e-mail, tá?
Agora um cheirinho da Perecoteco para vocês: a Pat mandou esse conjunto de saleiro e pimenteira de passarinho + uma velinha meiga de maçã para eu sortear aqui, ó que fofa!
Quem ficar afins escreve aqui nos comentários o nome do primeiro post que eu publiquei no Pitéu, que eu vou fazer um sorteio numérico e preparar uma caixinha onde também vou depositar um mimo meu. Depois eu despacho, mas só vale endereço em território nacional, fechado? Brincadeira válida até próximo sábado, dia 18 de fevereiro. Domingo eu faço o sorteio e publico, isto é, se a minha internet funcionar a contento no mato, sob a cachoeira!
E viva eu, viva tu, viva o Pitéu e o rabo o tatu!
Este ano só presentes sustentáveis
dezembro 12th, 2011 § 9 Comentários
Já declarei o meu amor pela Rede Asta aqui, amor este que cresce a cada dia que vou testemunhando o crescimento, profissionalização, nível de organização e capricho cada vez maiores da rede, coisa que fica muito clara com o site novo que acabou de entrar no ar.
Artesanato sustentável e solidário, de excelente acabamento, lindo design, embalagens foférrimas, preços muito mais que justos, que podem ser comprados comodamente pelo site e entregues no aconchego do seu lar, sem estresse de shopping e muvuca natalina.
Percebam abaixo o primor das embalagens dos mimos que acabo de receber de aniversário: até as miçangas do fecho do saquinho cru combinam com a cerâmica do meu colarzinho gourmet. Vejam também que as peças vem acompanhadas de tags que falam sobre o seu processo produtivo como nos meus brincos escândalo feitos de bagaço de cana.
Por estas e outras que eu decidi comprar todos os mimos de Natal este ano, para clientes e amigos, num só click consciente.
Dar presente sustentável é uma coisa muito chique (e ainda cômoda e barata neste caso). Lanço a idéia!
Nas fotos lá de cima, algumas das fofurices ASTA: kit imãs de joaninha de tampinha de pet ($14,90) | kit petisqueira de pet + crepon colorido impermeabilizado ($24) | porta-celuar de tomada ($24,90) | porta-controles de sofá ($25) | bolsa transpassada em jeans Marina Pantim com bordados de Marias Maré ($59) | capa de almofada Corcovado patch com bordado ($42) | pano de prato frufru ($12,90) | kit lápis de tecido ($14) | carteira de viagem tetrapack ($19) | caderninhos de tecido la Estampa ($12 cada)
Ah! Isto não é publieditorial não, viu? É dica de amor mesmo. =)
É primavera!
setembro 27th, 2011 § 16 Comentários
Tão ligados que é primavera, né? Então vocês, por favor, deixem de agonia e prestem atenção nos parques e árvores e plantas em flor ao redor, presentes sutis da natureza, fechado?
Fui celebrar a chegada da estação mais escândalo de todas, visitando a Feira da Primavera, que acontece todos os anos aqui no Campo Grande. Plantas ornamentais, flores e idéias incríveis; duas alas de artesanato, quase todo sustentável, e Beiju do Paço, com minha amiga altíssimo astral, Flavinha, e sem os nossos guris (que ninguém merece visitar feira de artesanato com criança, não dá, a pessoa não sabe se experimenta o brinco ou corre atrás do moleque).
Profusão louca de cores para todos os lados, com destque para a vedete da festa que foi a tal da Rosa do Deserto, muito lôka. Mas eu não vou mentir para vocês que a minha viagem com plantas é mais contemplativa do que qualquer outra coisa; eu não tenho dedo verde e ainda não cheguei na fase de conversar com plantinha não. Vou guardar essa função para o fim dos meus dias no meu sítio lá nos cafundós. É muita informação e eu já sou uma pessoa muito sabida, deixa as plantinhas para eu estudar lá adiante, né? E depois eu estava em cólicas mesmo era para partir para o artesanato, minha gente, o artesanato!
Proporcionalmente ao tamanho e porte da feira, que não é muito grande, tinha muita coisa legal, vamos às legendas das fotos de cima:
Luminárias de pet | colchas e mais colchas em tricot e crochê | As parceiras Babi Lima que arrasa na pintura a mão de suas roupas e Preta da Preta Brasil, que faz acessórios feitos à partir de descartes da natureza | Renda de bilro, SOCORRO, coisa mais linda do mundo pelas mãos das rendeiras do REBIM, Núcleo de Desenvolvimento Cultural de Renda de Bilro da Ilha de Maré-Santana (71-3297-1303/ 8710-4722/ 32971196). Tá vendo aquela gola azulzinha ali? Virou um colar escândalo no meu pescocinho! | Minha amiga Flávia surtada com o vestidinho luxo absoluto todo em algodão com gola bordada por 40 pilas do Espaço Cultural Vovó Conceição, que promove a cultura afrodescendente, presidido por Ekedy Sinha, filha da Vovó Conceição, grande liderança religiosa sacerdotisa do Terreiro da Casa Branca – (71-3334-2611/ 8817-4699 / ekedy_sinha@hotmail.com) | barraca de cartucheira e bijuterias em couro de Seu Alfredo da Renil Couros. Deus é mais, surtei! Eu devo ter recebido uma Mulher Maravilha nesta vida, porque braceletes me alucinam (3374-1621/recilcouros@hotmail.com) | Euzinha bem doida com as boinas da Mira (8835-9570/Orkut Boinas Mira Artes/miratelie@gmail.com) e com os braceletes eleitos.
A fome resolvemos com os deliciosos beijus do Paço, que deram uma evoluída monstro desde que os contratei há alguns anos. A massa estava absolutamente incrível, das melhores que eu já comi e o recheio de bacalhau ensopadinho com queijo… hummmmm, tô aguando quando lembro. Pena que a moçada não botou fé e o creme de aipim já tinha acabado quando eu cheguei. Quer comer Beiju do Paço? Corre no Largo da Dinha, no Rio Vermelho, mas se quiser encomendar o número é 71 9107-2944.
Depois foi mergulho no Farol da Barra e moquequinha de camarão com vatapá na casa da Flavinha.
Domingo já foi um dia besta, no passado.
E não esqueçam, pres’tenção no colorido das flores ao redor, prometem?
Doida por pano no decor
setembro 25th, 2011 § 6 Comentários
Já reparou como os tecidos são fundamentais no decor, minha gente? Se você ainda não atinou para isso, repare na cortina, nos forros dos sofás, poltronas e cadeiras, nos tapetes, nas almofadas, na parede às vezes, na toalha de mesa, no pano de prato (sim porque aqui em casa ele também decora) e veja que presença marcante que o pano tem, vestindo e revestindo a nossa casa.
Além do conforto e da sensação táctil delícia que o tecido certo pode proporcionar, tem a praticidade (é só jogar as capas e cortinas na máquina, por exemplo) e, principalmente, a possibilidade de imprimir o nosso estado de espírito e identidade no projeto da casa (através das cores, padrões e texturas que os tecidos proporcionam), e a possibilidade de mudar a cara da casa apenas trocando os panos.
Tô dando uma repaginada na casa do meu amigo Nando, e fomos parar numa loja de tecidos de decoração super bacana, que lhe foi indicada, e que eu, que sou rodada, nunca soube da existência. A glória. É a Santa Rita Decor, na Vasco da Gama, perto do BomPreço. Surtei com a variedade de tecidos, como as amigas podem conferir nas imagens. Não estamos falando de preços populares, pois não estamos falando de tecidos populares; falamos de excelente qualidade por preços justos. Para quem só compra revestimento em tecido no Taboão, fica a dica para abrir os caminhos das colegas soteropolitanas.
Santa Rita Decor, Avenida Vasco da Gama, 832. Tel: 71-3555-2900 | salvador@santaritadecor.com.br. Procurem o Romualdo!
Café da manhã de bolinha
junho 16th, 2011 § 25 Comentários
Hoje eu acordei inspiradíssima para compor a mesa do café da manhã, tudo por causa deste presente lindo de morrer, da querida leitora Claudia Medeiros. Desde que eu o recebi pelo correio e estas bolinhas saltaram da caixa direto para o meu coração, que eu estava em cólicas para inaugurá-lo. Fala se não é um tombo?
Louca por bolinhas, a empreendedora (adoro as mulheres quando elas empreendem) de fofurices abriu uma loja virtual, a Casa da Cláudia (adorei o gancho) para vender peças garimpadas por ela mesma, a danada.
Claudinha, tô te esperando para um chá de bolinha em Salvador, com saia godê cintura alta, colar de pérolas e cabelos trabalhados no laquê, que é para combinar com meu bule luxo-poder-e-cobiça.
=)
Meu beijo mais carinhoso, querida, obrigada!
K.
Pela hora da morte!
abril 29th, 2011 § 12 Comentários




















