Um drink depois de Pina
abril 20th, 2012 § 22 Comentários
Ontem eu fui ver Pina. Saí com um nó na garganta, um negócio querendo explodir no peito, queria prolongar aquela sensação de felicidade plena, de fé, de alegria de viver, de contemplação do Belo, de conexão com o Divino. Precisava beber um negócio, sozinha, entocadinha num lugar gostoso, numa mesinha de canto. Me lembrei que tinha achado o Acqua Café, na Marina, um lugar charmoso e despojado, com pouca luz, deck com vista de barquinho (digo, lanchas chiquérrimas), me lembrei também de ter comido umas brusquettas bem boas e desci a contorno bem devagarzinho com garoa fina no parabrisa.

(Perdão pelas fotinhas cretinas de celular, sim? Piora quando são noturnas)
Encontrei tudo igual. Pedi um mojito que estava meia-boca (R$10), bruschettas de brie com salmão defumado que estavam incríveis (R$16), tive um atendimento atento, e paguei R$28 (com taxa) pelos 30 minutos que passei lá, nada mais que isso. É que não consegui manter a presença de Pina e Wim Wenders no meu espírito, deve ter sido por causa da Celine Dion (ou similar) cantando melosa no meu ouvido, daí a pressa de voltar para o silêncio do carro sozinha e tentar resgatar de volta a ambiência e a beleza do filme.
Mas voltando a Pina, me prometam que vão assistir neste fim de semana enquanto ainda está em cartaz, em 3D, na telona? Em contrapartida eu lhes prometo uma obra-prima de rara, raríssima beleza, uma oportunidade única de conexão com “Aquele Um”. LG, senti a sua presença do meu lado esquerdo; Lu, senti a sua do meu lado direito.
O Acqua Café fica no complexo de bares e restaurantes da Marina, Av. Contorno, uma das vistas mais belas da cidade de São Salvador da Bahia. É bom para namorar, isso claro, se você gosta de Celine Dion e relativas, ou se tem um bom poder de abstração, coisa que eu não tive ontem.
“Nua com a minha música” e com a minha cozinha
março 31st, 2012 § 8 Comentários

(preparando molho de pasta de pistache para a salada de beterraba, inspirada no molho de tahine da Rita Lobo)
Que foi? Pensaram que eu ia postar uma foto minha pelada e dançado na cozinha? Não, né? Ufa! Só uma menção a uma música de Caê, que me ocorreu agora, embora a que eu esteja ouvindo seja Bye, bye Brasil, do Chico (trouxe 8 cedês da melhor música brasileira que eu acredito, um para cada refeição… serviço completo, barba e bigode… climão é importante!) , que sempre me leva aos prantos. Hoje um pranto de felicidade, saudade, e solidão linda. Vai explicar!
É que o povo foi dar uma banda de barco, e o almoço que eu sirvo religiosamente às 12h30 vai sair às 14h hoje, excepcionalmente. Daí dá tempo de tomar um drink e até deitar na rede enquanto o lombo suíno doura, o frango thai reduz, o siri encorpa…
Viver é bom, não aceito morrer com menos de 100 anos. Oba! Faltam quase 60 ainda! Tô no lucro! =)
Bom dia, de Barra Grande de Camamu!
março 31st, 2012 § 22 Comentários
Going back to Maraú!
março 22nd, 2012 § 38 Comentários

(vista chatíssima da “minha cozinha”)
Já tô voltando para Barra Grande de Camamu e nem fechei o epílogo da primeira temporada, né?
Pois é meus caros amigos, os queridos Graham me adotaram mesmo como sua chef de estimação e me acionaram para voltar ao seu paraíso na Bahia por mais uma semana, para cozinhar para a família e novos convidados. E mais, desta vez vou treinar assistentes por lá, em dois dias de intensivão.
Já estou aqui totalmente envolvida na segunda temporada, com a sala cheia de compras, finalizando apostila, fazendo malinha e cuidando daquelas cinquenta mil providências que a gente tem que dar conta antes de viajar.
Mas já tô sentindo aquela brisa do mar entrando pelas janelas da “minha cozinha”… na verdade eu já estou um pouco lá. =)
Os cardápios
Da outra vez acabei fugindo um pouco do cardápio que eu propus por conta de coisas interessantes que encontrei na hora de fazer as compras, e por lá, mas foi basicamente o roteiro abaixo, com duas ou três saladas do dia:
Dia 27 (terça)
Almoço: Salada verde com molho balsâmico + Quibebe (carne seca desfiada na manteiga de garrafa e cebola roxa com purê de abóbora) + arroz branco. Segunda opção: Escabeche de peixe com pirão. Sobremesa: Cheesecake de goiaba.
Jantar: Frango asiático + couscous de frutas secas e especiarias + caldo verde. Segunda opção: Carne de panela com molho de cerveja preta
Dia 28 (quarta)
Almoço: Moqueca de peixe + Frigideira de camarão com maturi + vatapá de biscoito + arroz branco. Segunda opção: Paçoca de carne seca. Sobremesa: Manjar de tapioca com ameixa.
Jantar: Minestrone + Porpetas ao sugo com purê de mandioquinha + vinagrete de morangos. Segunda opção: Hamburguer de siri com honey mustard sauce.
Dia 29 (quinta)
Almoço: Baião-de-dois + jardineira de legumes. Segunda opção: Frango com crostinha de frutas cítricas com arroz basmati. Sobremesa: Pudim de maracujá
Jantar: Carne de sol com mandioca ao molho de castanha do Pará + feijão verde à manteiga d’alho + arroz branco. Segunda opção: Escondidinho de bacalhau. Na verdade este menu caiu por conta da NOITE GREGA, lembram?
Dia 30 (sexta)
Almoço: Churrasco (carnes + frutas, alho e cebolas assadas + salada de batatas ao molho verde + farofa e arroz branco). Sobremesa: creme de coco com nutella
Jantar: Creme de abóbora com roquefort + Blend de arroz com salmão e perfume de laranja + pão de manjericão com gorgonzola. Segunda opção: Torta de presunto + salada de feijão branco.
Dia 31 (sábado)
Almoço: Bobó de camarão + arroz branco + salada. Segunda opção: Lombinho marinado com tutu de feijão. Sobremesa: Doce de leite de vó com raspinhas de laranja
Dia 31 (sábado)
Celebração de Reveillon: Antespastos de berinjela e de pimentões coloridos + brie com geléia + quiches de alho-poró, fumeiro e siri + salada de lagarto + salada de cevadinha + salada de camarão com crouton de panetone e creme azedo + petiscos de parma com ameixa e cream cheese + rondeli de búfala + brochetes de frango indiano + espetinhos de frutas + mini bruschetas de tomate + azapas temperadas + frutas + terrinas de morango flambado com gorgonzola e ricota com hortelã + pães especiais + bombons de queijo com frutas vermelhas e avelã + tartar de salmão + creme de chocolate com pimenta + pavê de abacaxi com mascarpone + cocada com gengibre e limão
Dia 01 (domingo)
Almoço: Feijoada carioca completa. Sobremesas: Compotas de banana e de abacaxi.
Jantar: Pescada branca ao bechamel de laranja + purê de batatas com wasabi + arroz basmati. Segunda opção: Medalhões de filé com queijo coalho e melaço de cana.
É amiguinhos, cozinhei que nem uma louca, barriga no fogão forte! Na volta conto como foi o menu desta segunda temporada.
Próxima segunda visualizem Katita, linda, loira e japonesa, acenando com lencinho branco, se perdendo no infinito azul desse marzão de meu Deus…
Bom dia!
março 21st, 2012 § 24 Comentários
Tupu
janeiro 18th, 2012 § 23 Comentários
Quando esta garrafa de vinho me chegou às mãos, presente que o meu amigo LG trouxe de suas andanças por terras chilenas, e eu mirei a edição limitada com safra de 2008, feita a partir de 4 uvas selecionadas, senti super firmeza e pensei que eu precisaria de um momento especial para sorvê-lo, mas antes mesmo de terminar este pensamento eu já tinha resolvido que o momento era este, comigo mesma, agora. Motivos para celebrar não me faltam: comecei o ano com dois novos projetos profissionais, um mais lindo e delicioso do que o outro; estou cheia de planos e novas esperanças; meu amigo fez uma linda viagem, se lembrou de mim e trouxe um vinho incrível; comprei o sapato boneca de couro vermelho com o salto perfeito dos meus sonhos; meu filho está cada dia mais lindo; pintei meu quarto de rosa e comprei um quartzo rosa antes mesmo daquela taróloga fofa dizer que este era um ano de sagitário, e que love is in the air. Sim, eu sou meio mística.
Voltando ao vinho Tupu, entendi apreciando e lendo o rótulo que tupu é o nome deste alfinete de metal ilustrado na foto, meio broche, usado por típicas mulheres chilenas para prender os seus mantos. Adorei aquilo. E sabe o que é mais bacana? Eu só li esta informação depois que eu degustei o vinho, que me pareceu mesmo muito… feminino, pois doce na medida e muito frutado e muito forte também. O que me fez pensar que a homenagem àquelas mulheres não foi à toa e ia para além dos lindos tupus. E mais: tive a certeza de que o meu amigo, além de ter escolhido um vinho excelente com muito cuidado, certamente teria atentado para este “detalhe” (amigo, não me decepcione, fique na sua se não foi o caso, okay?). O Tupu me impressionou demais pela robustez (eu sei que esta palavra parece antipática e todas aquelas que os someliers e enólogos usam, mas quando a gente vai bebendo vinho elas ficam mais familiares, adequadas e menos metidas a besta; aliás, elas tornam-se perfeitas). Muito denso, pesadão, de responsa, sabe como? E o cheiro quando a rolha fez plof e eu dei aquela sacodida básica no copo (já cansei de falar que não é taça é copo; taça e de champã!)? E aquelas lágrimas incríveis, quase cremosas? E aquele vermelhão-amora indecente? =O
Agora eu tô aqui vendo as fotos do meu amigo no Chile e lembrando de uma frase daquela taróloga fofa que eu adorei: “TUDO o que já aconteceu deve ser celebrado”. Ó que lindo? A cada dia que passa me convenço que às vezes as coisas (aparentemente) ruins são as que mais precisam ser celebradas (bem depois que acontecem, lógico). LG também já tinha me dito uma coisa parecida numa ocasião em que eu me sentia arrependida por alguma coisa que fiz. Ele disse algo do tipo Katita, naquele momento foi o que você pôde fazer, considerando as circunstâncias, o que sentia, e quem é. Era para ter sido daquele jeito e foi. Quer dizer, a coisa não se encerra ali, é aceitar (até porque nada mais saudável nos resta), que a gente entende e tira proveito depois, por isso tudo é celebrável. Minha amiga Rachèl dia desses me disse uma coisa parecida também: que quando a gente para de errar para de crescer, de evoluir. Todas essas falas são redenção, afago, auto-perdão, fé, esperança e alegria, tudo junto; uma oração, uma reza, um credo, um mantra. É assim que eu rezo. Amém!
Ao vivo e em cores
janeiro 14th, 2012 § 15 Comentários
Nem sempre é possível conciliar agendas e encontrar leitoras gostosonas que passam por aqui, mas hoje eu almocei com a querida Andrea Meneguel, leitora paulista das antigas, que já entrou para o rol de amiga antes mesmo do nosso primeiro e longo abraço de hoje. A Andrea e o seu digníssimo e fofo André vieram dar o ar de suas graças em bandas soteropolitanas e eu os levei para almoçar na Porteira do Dique do Tororó, onde sempre levo amigos para comer paçoca de carne do sol, pirão de queijo e surubim na brasa. Foi lindo. O almoço acabou quase às 17h e a Andrea saiu com a cadernetinha cheia de dicas imperdíveis para curtir a cidade de São Salvador.
Andrea, meu bem, já comecei a ler o meu livro es-cân-da-lo, mesmo “alegrinha”, logo ele aparece por aqui. Mas cai no sono e perdi o cinema! =(
Foi lindo, digo e repito, porque abraço virtual é gostoso, mas ao vivo e em cores, tanto melhor!
Jiboiando em Maraú
janeiro 4th, 2012 § 26 Comentários
Então, docinhos… o trampo em Barra Grande foi pau viola, mas um dos mais prazerosos e por isso mesmo um dos mais bacanas que eu já prestei. Os meus clientes e seus convivas ficaram super satisfeitos, e ao que tudo indica essa história de amor não acabou. Houve brinde pra mim, discurso de despedida com nó na garganta durante o último jantar que servi, e eu vou sentir muito saudade daquelas pessoas adoráveis e elegantérrimas, volto a dizer. Assim que der faço um post sobre o assunto, mas vou começar de trás para a frente, só para chatear, como diria a minha amiga Silvinha Teixeira.
Depois de 11 dias completamente envolvida neste trabalho, resolvi tirar um dia de folga lá em Barra Grande antes de voltar para a minha rotina sem rotina. Não havia tempo para explorar novos lugares e eu resolvi fazer os dois programas de que mais gostei das últimas vezes em que estive lá: tomar um drink e comer uma comida linda e saborosa no rústico e charmoso Bar da Rô, na beira do Rio, e ver o por-do-sol na Ponta do Mutá, dos mais lindos que já vi.
Acordei tarde, tomei um looooongo café da manhã, vesti minha linda chemise toda trabalhada nas araras e palmeiras (desculpa), inaugurei uma das jóias hippie compradas na Praça da Tainha (o lugar mais bacana do mundo para comprar jóias hippies incríveis), óculos enormes e chapéu, num momento gringa total, e sai arrastando a sandália até a vila em busca de uma manicure e uma pedicure pelo amor do Divino! Descolei uma fofa, que fez minhas unhas com tanto carinho, que eu fiquei até comovida e fui de Renda! =)
Tá, mas e para chegar na Rô? Moto-táxi, bem. Uma aventura para destemidos, vou logo avisando! Porque o chão é areia, areia da praia, e é preciso ter fé e se apegar com seu santo de devoção, mas te garanto que se a moto não derrapar e você não queimar a batata no escapamento da moto (além do mico, claro), terá vivido uma experiência incrível. Dica: se o cabra desequilibrar e parar a moto, nada de colocar o pezinho no chão, e outra! Não peça para ele ir devagar que é muito mais perigoso, hã? O negócio é passar voando! Feitas as orações e seguindo as regrinhas básicas vai dar tudo certo, prometo!

(a casquinha de siri da Rô | a beira do Rio | a Rô atendendo turistas de todo canto do mundo | estilo Rô | o rio que vai bater no meio do mar)
O Bar da Rô continuava o mesmo, mas desta vez não tive muita paciência para o atendimento muito distraído apesar dos esforços da Rô em servir tudo lindamente, jogar um jazz na cabeça da gente, guarnecer os vasos com flores frescas, os balcões com frutas frescas, e por aí vai. Não questiono mais preços; quem sabe o valor do trabalho é quem o faz (são muitas especificidades), paga quem quer, quem pode, quem reconhece, MAS infelizmente os preços da Rô, na minha cabeça, determinariam um atendimento decente. Por outro lado, sei que mão-de-obra especializada naquelas bandas é um problema. Bom, tomei três drinks, dei vários mergulhos naquele rio abençoado, li vários capítulos do impagável É tudo tão simples, livro novo da Danuza Leão (uma das minhas divas na Terra), comi uma casquinha de siri, e vazei na primeira moto-táxi que apareceu rumo ao Mutá!

(o quibe do Carlos Maltta | o lavabo pelo qual me apaixonei quando o vi pela primeira vez há muitos anos, e que era muito mais lindo antes desse espelhão nada a ver que enfiaram ali a fórceps | meu primeiro por-do-sol do ano)
Eu cozinhei tanto que não tive a menor vontade de almoçar, comida de verdade, sabe, com guarnição? Então, meu negócio era água, da que os passarinhos bebem e da que não bebem também, e belisquetes. O Amauri, garçon da barraca Sol do Mutá, jurou para mim de pé junto que o quibe do chef Carlos Malta era de chorar, e eu me joguei; quando ele chegou todo coberto de (MUITO) queijo derretido fiquei com medinho (tenho medinho de queijo derretido), mas, de fato, o quibe é um tombo! Vai comendo devagarzinho que vai dar tudo certo.
Daí fiquei ali jiboiando naquela imensa piscina natural centenas de metros adentro rumo ao por-do-sol, que não foi dos mais lindos, mas eu fiz de conta que foi. Quando dei por mim, já era noite e fiquei tonta com tantas estrelas que pareciam tão próximas, que na minha viagem de roskas de laranja com limão e gengibre, brinquei de tentar tocá-las. Me lembrei que partiria no dia seguinte e fiquei triste. Me lembrei que mataria saudades de amores meus e fiquei feliz. Voltaria para a casa com a sensação de um dever super bem-cumprido, e cheia de amor para dar. Como sempre, aliás. Porque você sabe, né? Eu sou uma pessoa dada. =)
É preciso estar atenta e forte!
dezembro 13th, 2011 § 87 Comentários
Na minha cabeça controle de peso é importante porque está associado a duas questões de sobrevivência: saúde e auto-estima, que me motiva na busca da felicidade e do sucesso (não vou nem falar em padrões de beleza estabelecidos pela mídia que já deu, hein?). Não consigo ser feliz e nem produzir legal com auto-estima baixa.
Nunca fui magra. Até os 30 anos fui feliz na linha gostosona, bem brasileira, no quesito perna, bunda, peito. Até então ainda desfrutava dos benefícios que o meu passado de vôlei e capoeira haviam me proporcionado. Mas depois dos 30… comecei a engordar um bocadinho, não tinha tempo nem vontade de me exercitar, e cozinhava feito uma louca, promovendo festinhas para lá de calóricas. Foi quando casei, já rechonchudinha. E ó, quase sempre casamento engorda, concordam? É um tal de fazer programinha de caramujo na frente da tevê, assaltando a geladeira, é um tal de seduzir o ser amado (e glutão) pela barriga, que eu vou te contar. E a gente ponga, né? Que não vai ficar só olhando… e para acabar de consertar, tive filho, o que é coisa linda de Deus, mas engorda também. “Será que tudo o que eu gosto é ilegal…” Come on, everybody!
Então, amores, foram 10 quilos a mais que se atracaram neste corpo. Como tudo na vida tem um lado bom (e que ninguém duvide disto jamais!), depois de um tempo que eu me separei, aquele tempo básico da fossa, a pessoa renasce, né? Ô fase boa! Foi quando eu comecei a dizer que “casar é bom, mas separar é melhor ainda” (que as minhas noivas não me ouçam!). Porque a vida é ciclos e ninguém fica triste ou feliz para sempre. Voltei a me amar e a cuidar de mim, bem aos poucos, mas só depois de 3 anos de separação é que comecei efetivamente a perder peso, a saber 4 kg, que parecem pouco, mas as colegas sabem que ganhar 1kg é jogo rápido, mas perder 100g é babado! Nenhum programa, nenhuma dieta miraculosa, tanto que foram 3 anos. Mais caminhadas, menos carro, um tempo de hidroginástica até encontrar Jesus no Pilates, diminuição na quantidade de comida e atenção nas escolhas. Faltam 6kg para chegar no meu peso ideal, que é determinado por mim e não por tabelas nutricionais, com todo o respeito às profissionais da área. Eu aprendi com Deepak Chopra que o meu peso é ideal é aquele de quando me senti feliz (e ninguém venha me perguntar que peso é esse porque assim também já é demais também), não é lindo?
Tá, mas tudo isso é só para dizer que se a colega pretende mesmo perder peso, eu tenho uma dica básica, fundamental e prioritária: coragem de encarar a balança e a fita métrica. Porque veja bem, eu tenho amigas que querem emagrecer, mas se pelam de medo de subir na balança. Como assim, minha gente? Como é que estabelece uma meta sem conhecer a verdade? Para tudo, se apegue com o Divino e suba nesta balança agora! Ou melhor, compre uma balança agora, que é para acompanhar o seu PROGRESSO (que quem anda para trás é caranguejo) diário. Coragem colega! Fique com bem raiva que é para transformar essa energia do ódio em suor! Sua, gata, SUA!!!!! Agita esse kit balança + fita métrica e tenha fé, segura a peruca e pula!
Agora vai, pega a cadernetinha, anota a data, o peso e a cintura e evolui, EVOLUI!!!!!! Força, coragem! E não me venha com essa conversinha mole de deixar para depois das festas, que isso não vai dar certo.
Este ano só presentes sustentáveis
dezembro 12th, 2011 § 9 Comentários
Já declarei o meu amor pela Rede Asta aqui, amor este que cresce a cada dia que vou testemunhando o crescimento, profissionalização, nível de organização e capricho cada vez maiores da rede, coisa que fica muito clara com o site novo que acabou de entrar no ar.
Artesanato sustentável e solidário, de excelente acabamento, lindo design, embalagens foférrimas, preços muito mais que justos, que podem ser comprados comodamente pelo site e entregues no aconchego do seu lar, sem estresse de shopping e muvuca natalina.
Percebam abaixo o primor das embalagens dos mimos que acabo de receber de aniversário: até as miçangas do fecho do saquinho cru combinam com a cerâmica do meu colarzinho gourmet. Vejam também que as peças vem acompanhadas de tags que falam sobre o seu processo produtivo como nos meus brincos escândalo feitos de bagaço de cana.
Por estas e outras que eu decidi comprar todos os mimos de Natal este ano, para clientes e amigos, num só click consciente.
Dar presente sustentável é uma coisa muito chique (e ainda cômoda e barata neste caso). Lanço a idéia!
Nas fotos lá de cima, algumas das fofurices ASTA: kit imãs de joaninha de tampinha de pet ($14,90) | kit petisqueira de pet + crepon colorido impermeabilizado ($24) | porta-celuar de tomada ($24,90) | porta-controles de sofá ($25) | bolsa transpassada em jeans Marina Pantim com bordados de Marias Maré ($59) | capa de almofada Corcovado patch com bordado ($42) | pano de prato frufru ($12,90) | kit lápis de tecido ($14) | carteira de viagem tetrapack ($19) | caderninhos de tecido la Estampa ($12 cada)
Ah! Isto não é publieditorial não, viu? É dica de amor mesmo. =)










