Saladinha de uva com pepino
maio 18th, 2012 § 16 Comentários
Gente, depois dos depoimentos fantásticos no post abaixo sobre experiências gastronômicas horripilantes, eu preciso refrescar essa cozinha com uma saladinha beeeeeeeem levinha, bem fresquinha, bem saudável, bem natural, bem inocente, bem meiga, beeeeeeeem! Que é para dar um equilíbrio, afinal de contas, tudo é um equilíbrio na vida da pessoa, concordam?
Partes iguais de uvas de sua preferência sem sementes partidas ao meio, e cubos de pepinos de tamanho proporcional (nada de picar miudinho, eu quero ver a uva, eu quero ver o pepino, não quero que eles se desintegrem e virem uma coisa só, você quer isso para a sua vida?). Hidrate com iogurte natural sem soro da melhor qualidade e cremosão, saborize e odorize com gotas de limão, azeite de oliva extravirgem, sal a gosto, pimenta – se quiser, e folhas muito frescas de hortelã. Sirva bem gelada! Nada de iogurte molengo pingando no fundo da saladeira, hein?
Ela fica super gatinha também com uvas verdes, na versão tudo verde, uma coisa ton sur ton, mas como eu sou uma pessoa trabalhada no contraste…
Então… aliviou aí?
Ratatouille
abril 22nd, 2012 § 22 Comentários
Ratatouille é uma receita rústica antiquíssima, tradicionalíssima, láááááááááááááá de Provença, no Sudeste da França. A gente pode comer como entrada com pão ou como acompanhamento para carnes, por exemplo. Estrelada principalmente pelas berinjelas e tomates, na minha ratatouille vai também, obrigatoriamente, abobrinha e pimentões coloridos, entre outras gracinhas, mas vamo’ organizar esse baba.
A coisa é muito simples. Pré-aqueça logo o forno, tome um refratário e vá colocando ali: 1 berinjela e 1 abobrinha em fatias no sentido do comprimento – mas há quem corte em rodelinhas); 1 pimentão vermelho, 1 pimentão verde e 1 pimentão amarelo em tirinhas (tirar a pele é opcional); 2 tomates descascados sem semente também em tirinhas, 1 cebola em pétalas, e 2 dentes de alho inteiros cortados ao meio no sentido do comprimento. Misture tudo bem misturadinho e tempere com um punhado de tomilho, sal e pimenta do reino moída na hora a gosto; regue com um pouco de vinagre balsâmico e cubra tudo com 1 xícara rasa de azeite de oliva extravirgem, do mais honesto possível!

(o colorido da ratatouille antes do forno)
Pronto, agora leve ao forno médio coberto com papel alumínio até que todos os ingredientes estejam macios. Pode levar mais de uma hora no forno.
Sirva quente, em temperatura ambiente ou gelada, que a ratatouille é linda de todo jeito. Esta receita serve, pelo menos 6 pessoas, como acompanhamento.
Não falei que era fácil?
***
A Cida Mascaro fez, ó:
“Oi katia querida, espero que o seu dia tenha sido maravilhoso!
Como prometi, seguem as fotos do Ratatoule e da Panna Cotta, ficaram deliciosos e o sucesso foi grande.
Obrigada por trazer sempte novidades fáceis e deliciosas…”
Tabule de quinoa-real
abril 14th, 2012 § 26 Comentários
Nem todos os ingredientes que a gente usa na cozinha precisam ser, necessariamente, saborooooooooosos! Calma, que eu explico: alguns ingredientes emprestam mais textura do que sabor em determinados conjuntos; outros a gente pode inserir por serem muito benéficos à saúde, desde claro, que no fim das contas a receita como um todo fique saborosa.
Para mim é o caso da quinoa-real, que tem gosto de quase-nada, mas uma textura incrível e dizem que operam milagres na vida da pessoa. Quando vi essa receita da linda da Rita Lobo fiquei louca porque eu tinha certeza que a quinoa iria revolucionar meu tabule, e ADOREI o resultado, sem falar que é chique a paradinha, mas ó: quinoa-real custa os zóio da cara, vou logo avisando. Paguei 27 pilas na caixa (preço Perini, no Grão de Arroz é mais barato, mas eu não podia ir para o centro na hora do rush só para comprar quinoa), mas foi para dar mais um glam para o bufê de saladas dos meus clientes. Agora assim, a bicha rende que é uma beleza. Depois de aberta eu mantenho na geladeira para evitar visitantes indesejáveis no armário.
Numa panela, coloque uma xícara de quinoa-real com 2 xícaras de água e leve ao fogo médio para cozinhar até a água secar com a panela semi-tapada; depois transfira para a tigela onde você vai servir o tabule e deixe esfriar. Depois é só misturar à quinoa: 1 tomate sem pele e sem sementes em cubinhos, 1 cebola média picadinha, 1 dente de alho grande bem picadinho, um punhado de salsinha picada, 1 punhado de hortelã picada (não pode deixar de colocar hortelã, hein?), raspas de suco de 1 limão (se for siciliano, a glória, mas o mirim também para tudo), azeite de oliva extravirgem muito para regar, e sal a gosto do freguês.
Leve à geladeira até ficar bem geladinho. Provei com coalhada seca, que nem a Tia Rita sugeriu, e ficou um tombo!
Salada de figo + rúcula + parma
abril 11th, 2012 § 21 Comentários
As aficionadas por gastronomia e que tem mais um bocadinho de grana para gastar com pequenos luxos vão bocejar com essa saladinha manjada, mas escrevo aqui para aquelas que não se permitem determinadas sensações por acharem que “não é para o seu bico”. É sim. Dá para se presentear com sabores um pouquinho mais requintados vez por outra, fazer essa salada LINDA e abafar geral. Digo isso porque presunto parma e figo fresco são ítens caros aqui no Brasil, mas veja bem, essa salada, para 06 pessoas, custou 20 pilas, 3,33 pilas por cabeça (ADORO dízimas periódicas e essa sensação de infinito). Portanto, “não vá dizer que vai ficar de fora desse samba” e me prometa que vai se fazer esse dengo, porque essa salada é divina.
Caminha de rúcula para lascas de parma e 6 figos partidos em quatro (sentido longitudinal), e você terá uma salada toda redondinha, equilibradinha entre o sal do parma, o doce do figo, e a textura crespa da rúcula. Só tempero com azeite de oliva do melhor possivel e faço questão aqui de um ótimo, excelente vinagre. O balsâmico é a melhor combinação, mas eu experimentei da última vez com este vinagre de champagne super fresco e levinho (quase borbulhante) que eu comprei para o bufê de saladas dos meus clientes, e ficou bom à beça também.
Saladinha do dia
março 13th, 2012 § 7 Comentários
Descolei por aqui: palmito pupunha, tomates (sem pele e nem semente em cubinhos), folhas de hortelã e manjericão rasgadinhas, uns grãozinhos de pimenta rosa, azeite de oliva extravirgem e flor de sal.
Para quem achou que não tinha nada para fazer salada hoje, até que rolou.
Sobre flor de sal: reduza à metade o tamanho da pitada que você usa de sal se estiver usando flor de sal, pois estamos falando aqui de cristais, bem maiores do que os grãozinhos micro de sal convencional. Eu digo isso porque sempre acabo salgando mais do que necessário quando uso flor de sal. Fica esperta! Flor de sal é só um toquinho mágico: PLIM!
Salada de kani com manga
janeiro 28th, 2012 § 9 Comentários
Vinagrete de frutas
janeiro 11th, 2012 § 10 Comentários
Sentiram que eu comecei o ano só na saladinha, né fofoletes? Então, esta aqui eu fiz para a noite do Reveillon para aproveitar as frutas que decoraram as fruteiras nos dias anteriores e não poderiam passar desta para uma melhor sem cumprirem a sua missão divina de nutrir os nossos corpinhos, não é verdade?
Eu usei uvas, kiwi, pera, maçã, morangos (eu jurava que tinha colocado, mas não tô vendo na foto, enfim…) e carambolas, mas você usa o que bem entender, que a salada é sua, fia. Cortei em cubos quase cubinhos, mas você corta do tamanho que bem entender, que a salada… já sabe, né? Misture tudo delicadamente com um garfo, pire no colorido e já comece a desfrutar de sua salada, que o primeiro contato e o primeiro sentido com o qual a gente come é a visão (e às vezes o olfato), e que visão linda!
Agora para o vinagrete, você cola aqui comigo que é para não ficar ácido demais, nem besta demais, nem suave demais, nem refrescante demais, porque tudo demais é sobra, até refrescância! Nunca segui nenhuma receita para molho vinagrete, sempre trabalhei as prorporções e ingredientes de acordo com o meu paladar. Para uma saladeira média contendo, o quê, 1,5kg de frutas, eu recomendo 1 xícara de azeite de oliva extravirgem do melhor possível (que não significa o mais caro! Adoro o Borges, o Galo e o Olitalia) para pouco menos de 1/2 xícara do vinagre de sua preferência (o balsâmico é uma boa, e foi o que usei aqui), e o suco de 1 limão. Mexa loucamente com um fouet, com um mixer, não importa, desde que fique homogêneo. Agora a colega vai experimentar e ver se agrada o seu paladar. Temos aí a suavidade do azeite, a acidez do vinagre e o azedinho do limão, certo? Perfeito para alguns paladares, outros porém podem precisar de um toque… doce? Mesmo apesar das frutas? Não quer experimentar primeiro a salada toda? Não? Tem certeza que quer um docinho, né? Então tá. Você cata o seu rico mel (ou melaço) e acrescenta uma colher de sopa. Ou mais. O vinagrete é seu… mas não é salada de fruta, okay? É vinagrete de fruta, não é sobremesa, é salada!
Bom, como eu ADORO raspas de frutas cítricas em TUDO (até no arroz), eu raspo alguma ali por cima e solto umas folhinhas de hortelã. Ah! Soltei uns grãozinhos de pimenta rosa também, que fica uam graça e quando a gente morde dá um baratinho bom.
Gente, vai desculpando essas fotos escuras dos jantares de Maraú? É que era tudo no climão à noite, manja? E eu ODEIO flash, Deus é mais!
Salada de tomates em molho de queijo azul
janeiro 6th, 2012 § 21 Comentários
Lá em Barra Grande eu fiz salada de tomates em 11 dos 12 cardápios. Primeiro porque a grande maioria das pessoas AMAVA tomates, segundo porque ainda que eu tivesse levado um ônibus pequeno (maior que um micro ônibus) super climatizado com utensílios, equipamentos, objetos decorativos e principalmente alimentos, no quesito saladas não pude levar muita coisa por motivos óbvios: perecividade. E ainda que tenha levado alguns ítens verdes ou “de vez”, precisei apelar mesmo para algumas compras locais, e as opções eram muito poucas. De folhas, por exemplo, era basicamente alface; rúcula aparece às quartas por conta de um fornecedor… as hortaliças básicas, e aqui incluo manjericão, graças ao Divino, não foram problema. Quanto os tomates, era uma festa! Lindos e de todas as condições e formatos e sabores. Este foi o segundo motivo pelo qual me joguei forte nestas 11 maneiras diferentes de apresentar as minhas saladas de tomates.
Houve dias em que eles apareceram apenas cortados em quatro, regados com azeite, gotas de limão e flor de sal; n’outros num formato caprese de feta; em vinagrete, escondidos por espessa camada de parmesão excelente ralado grosso, recheados, assados, balsâmicos… não deu para fotografar todas as suas versões e modelitos, mas esta aqui, que eu adorei, inclusive, fica para ilustrar as inúmeras possibilidades de uma salada de tomates.
Você pode cortar os tomates como bem entender. Eu gosto de cubos enormes ou meias-luas. Sem sementes, sim? O molho é simples. Primeiro faça um belo creme azedo (uma caixeta de creme de leite + sumo de 1/2 limão bem misturadinho e descansado na geladeira por, pelo menos, meia hora) e depois some um belo pedaço de queijo azul (fui de gorgonzola) esmigalhado, e o seu molho estará pronto e equilibrado em sal e acidez. Agora é só envolver os tomates. Ó que difícil?
Firula linda: manjericão fresco displicentemente caído ali por cima de tudo.
Abrir os trabalhos do ano com uma salada é importante. E estão abertos os trabalhos, pois.
Saladinha Caprese
novembro 16th, 2011 § 7 Comentários
Tem o quê pra salada hoje?
novembro 3rd, 2011 § 8 Comentários
Alface crespa (Bento descobriu que adora, ó que glória?), tomate cereja do quintal da mamãe, cebola roxa, palmito e morango. Tinha uma mussarela de búfala e um peito de peru, que rolavam lindo também, mas… e a preguicinha? Ah! E ovo cozido podia ter rolado também, que eu adoro na salada, mas piorou, né?
Para temperar, tudo prontinho e simples: azeite de oliva, sal, pimenta moída na hora, 1 banda de laranja doce e suculenta para espremer gotinhas e alho frito salpicado.
É amiguinhos, tô me arrastando!











