Quiche Lorraine
agosto 2nd, 2011 § 16 Comentários
Eu acho quiche uma coisa muito bacana e versátil; já comi muitas massas e recheios diferentes e deliciosos, em várias ocasiões, mas não tem jeito: a minha preferida é mesmo a classicona francesa Lorraine.
Desde que eu experimentei esta receita do livro A Cozinha Francesa, da coleção Cozinha das 7 Famílias (Larousse) tive a certeza de que nunca mais precisaria experimentar nenhuma outra.
Prepare uma massa podre : 250g de farinha de trigo numa tigela + 1 pitadona de sal + 2 colheres de manteiga + 1 gema de ovo + 50ml de água. É misturar bem com as pontas dos dedos até obter uma massa homogênea e reservar por 1 hora.
Enquanto isso…
Coloque numa panela 250g de bacon magro em cubinhos com 100ml de vinho branco e deixe cozinhar por uns 10 minutos, escorra os cubinhos, e reserve.
Pré-aqueça o forno médio!
Numa tigela misture: 2 ovos + 2 gemas + 250ml de creme de leite fresco ou de caixinha + 250ml de leite + sal a gosto + pimenta seca a gosto.
Unte uma forma com fundo removível, abra a massa com um rolo, encaixe na forma, acerte, faça furinhos no fundo com um garfo. Agora distribua o bacon (falei que pode ser feito com presunto em cubinhos também?), depois 200g de queijo emmenthal ralado grosso (vale gouda!), e por fim a mistura com ovos.
Leve ao forno por 30 minutos, deixe esfriar, desenforme e seja feliz!
Ah! Eu gosto assim, fininha. =)
Pão de manjericão com gorgonzola
abril 17th, 2011 § 50 Comentários
Se eu posso ter um delicioso pão de liquidificador, para quê sovar massa, né? É por isso que desde que aprendi a receita básica de pão de ervas com a Andréa Espínola, leitora do Rainhas do Lar, quando eu faço pão em casa, é só de liquidificador. Já adaptei a receita e fiz várias versões, como a de capim santo, que fez muito sucesso entre os meus clientes e amigos, e mais recentemente, este aqui, que atualmente é o meu preferido.
Antes de qualquer coisa, a comadre já unta e enfarinha duas formas de bolo inglês, tá?
No liquidificador, 3 ovos inteiros, 2 copos d’água, 1 copo de azeite de oliva extravirgem honesto honestíssimo, 3 colheres de açúcar demerara, 1 cebola roxa pequena partida em 4, 2 dentes de alho, sal a gosto, 1 envelope de fermento biológico (cada um corresponde a 3 tabletes), e um buquê de manjericão fresco enorme (que é para ficar beeeeeeem forte) sem os talos, e bem lavadinho e escorrido. Bata bem e reserve.
Tome uma tigela grande, coloque 5 xícaras de farinha de trigo, abra um buraco no meio e vá deitando a mistura líquida aos poucos, ao mesmo tempo em que vai misturando delicadamente até fomar uma mistura homogênea; desta última vez, usei xícaras extra cheias de farinha, achei que a mistura ficou muito pesada e coloquei um pouquinho de leite para afinar, de olho, ali mesmo, e a massa ficou perfeita, cremosinha…
Agora coloque um pouco de massa no fundo de cada forma, ocupando 1/3 de sua capacidade, acrescente uma camada de gorgonzola em pedaços e cubra com o restante da massa. Deixe descansar por 1 hora, e leve ao forno até o cheiro do pão gritar lá da cozinha: Me tira daqui que eu tô pronto!
(!) Publiquei este pitéu no blog Rainhas do Lar em fevereiro de 2009. O post foi revisado e atualizado para o Pitéu_cozinhafetiva.
Torta de liquidificador
março 5th, 2011 § 33 Comentários
Ou Empanada, ou Mistão… esse prato atende por muitos nomes e pode ter várias versões. Barato e prático, até mesmo uma criança pode fazer, aliás, elas a-d-o-r-a-m!
Desde que me entendo por gente que eu como esse trem na cantina da escola, nas reuniões das coleguinhas onde cada uma levava um prato (e a versão sardinha reinava absoluta), as empregadas domésticas todas sabiam fazer, as tias, e eu mesma desde que ainda engatinhava nas prendas domésticas.
Se no meu tempo – quando era menos glamourosa, pois não tinha camada de creme de leite no recheio, como hoje é comum – já era deliciosa, hoje então…
Eu tenho várias receitas dessa massa, mas vou passar a da Carla Pernambuco, que não tem erro:
Bata no seu liquidificador 3 xícaras de leite, 3 ovos, 1/2 xícara de óleo, 12 colheres de sopa de farinha de trigo, e 3 colheres de sopa de parmesão ralado. Bateu bem batidinho? Agora some 1 colher de sopa de fermento em pó e bata mais um bocadinho.
Deite metade da massa em forma untada, disponha as camadas de recheio, cubra com o resto da massa, polvilhe com farinha de rosca e parmesão ralado e leve ao forno pré-aquecido até sentir cheirinho de massa assada. Daí você dá uma bisbilhotada, checa o bronze, enfia o palito se não sentir firmeza no taco, e foi.
Eu usei um recheio classicão: presunto e mussarela cortados em tirinhas muito finas (faça charutinhos com as fatias e vá cortando), creme de leite sem soro (podia ter sido requeijão cremoso ou os dois), milho, azeitonas pretas e salsinha, alternados em camadas.
Pense nas mil possibilidades de recheio e se jogue. Fica lindo no café da manhã e no lanche dos guris.
Tempo de preparo: 15 minutos + o tempo do forno. Rendimento: pelo menos 30 quadradinhos ou 20 fatias.
(!) Publiquei este pitéu no blog Rainhas do Lar em janeiro de 2008.


